| | ||||||
| página 1 de 1
Prof. J. R. Lambertucci
Durante o curso médico, até 40% dos alunos sofrem algum acidente profissional com materiais perfuro-cortantes e correm o risco de adquirir doenças infecciosas. Estima-se que o risco de adquirir o HIV nos acidentes com agulha encontra-se em torno de 0,3% (em cada mil acidentes com material biológico contendo o HIV, três se contaminarão). Para efeito de comparação vale lembrar que o risco de contaminação pelo vírus da hepatite C, para o mesmo tipo de exposição, aproxima-se de 3% e o risco para infecção com o vírus da hepatite B, de 30%. Exposição ao HIV Técnicos de laboratório, enfermeiras e clínicos constituem o grupo com maior número de casos documentados. A maioria dos casos ocorreu por exposição cutânea ao sangue de indivíduos portadores do vírus.
Protocolo de Profilaxia da Exposição ao HIV
Precauções Universais:
*Desde que não contaminados com sangue OBS: Em caso de contaminação, espremer o local e lavar durante 10 minutos com água e sabão.
Protocolo de Profilaxia da Doença, Pós-exposição ao HIV
Início: tão cedo quanto possível ou até 72 horas após a exposição conhecida ou potencial ao HIV. Duração: 4 SEMANAS
Onde encontrar os medicamentos:
Exames Antes do Tratamento:
Acompanhamento Repetir os exames a cada 2 semanas enquanto estiver recebendo os medicamentos. Repetir com 6 semanas, 6 meses e 12 meses. Testes para HIV Logo após o contato (excluir contato anterior com o HIV), 6 meses e 12 meses após o contato. Antígeno para HIV, PCR-RNA e cultura se há sintomas de infecção aguda em indivíduo soronegativo. E-mail: Prof. J. R. Lambertucci
Referências bibliográficas Gerberding JL (1996). Prophylaxis for occupational exposure to HIV. Annals of Internal Medicine 126: 497-501. Henderson DK (1997). Postexposure treatment of HIV taking some risks for satefys sake. New England Journal of Medicine 337: 1542-1543.
|