
{"id":45,"date":"2016-03-15T18:11:28","date_gmt":"2016-03-15T18:11:28","guid":{"rendered":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/cpgcirurgiaoft\/?page_id=45"},"modified":"2026-02-09T19:03:06","modified_gmt":"2026-02-09T19:03:06","slug":"disciplinas","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/cpgcirurgiaoft\/disciplinas\/","title":{"rendered":"Disciplinas"},"content":{"rendered":"\t\t<div data-elementor-type=\"wp-page\" data-elementor-id=\"45\" class=\"elementor elementor-45\">\n\t\t\t\t\t\t<section class=\"elementor-section elementor-top-section elementor-element elementor-element-3fa140eb elementor-section-boxed elementor-section-height-default elementor-section-height-default\" data-id=\"3fa140eb\" data-element_type=\"section\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-container elementor-column-gap-default\">\n\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-column elementor-col-100 elementor-top-column elementor-element elementor-element-31b0a1f7\" data-id=\"31b0a1f7\" data-element_type=\"column\">\n\t\t\t<div class=\"elementor-widget-wrap elementor-element-populated\">\n\t\t\t\t\t\t<div class=\"elementor-element elementor-element-e83d2ab elementor-widget elementor-widget-text-editor\" data-id=\"e83d2ab\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n\t\t\t\t<div class=\"elementor-widget-container\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<p><a href=\"http:\/\/www.medicina.ufmg.br\/cpg\/wp-content\/uploads\/sites\/14\/2026\/02\/Ofertas-de-Disciplinas-CIROFT-2026.1o.pdf\">Quadro de disciplinas<\/a><\/p><p><a href=\"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/cpgcirurgiaoft\/wp-content\/uploads\/sites\/47\/2016\/10\/DISCIPLINAS-DE-APOIO-\u00c0S-LINHAS-DE-PESQUISA-04-10-2016.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Disciplinas de apoio \u00e0s linhas de pesquisa<\/a><\/p><p><a href=\"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/cpgcirurgiaoft\/wp-content\/uploads\/sites\/47\/2016\/10\/DISCIPLINAS-DE-N\u00daCLEO-CENTRAL-04-10-2016.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Disciplinas de n\u00facleo central<\/a><\/p><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\"> CIR866 &#8211; Semin\u00e1rio Did\u00e1tico I &#8211; An\u00e1lise Cr\u00edtica das disserta\u00e7\u00f5es e teses<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga Hor\u00e1ria:<\/strong> 60 horas<br \/><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 04<\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<\/p><p><strong>Professores:<\/strong><br \/>Tarcizo Afonso Nunes<br \/>Ant\u00f4nio Lacerda Filho<br \/>Marco Ant\u00f4nio Percope de Andrade<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong><br \/>A reuni\u00e3o para defesa de disserta\u00e7\u00e3o\/tese \u00e9 uma das formas mais interessantes de aprendizagem. As participa\u00e7\u00f5es do aluno, orientador e banca examinadora conferem a essa reuni\u00e3o, um elevado n\u00edvel nas discuss\u00f5es sobre o tema apresentado e sobre a forma da apresenta\u00e7\u00e3o oral e escrita. A participa\u00e7\u00e3o dos alunos do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o nessas reuni\u00f5es \u00e9 fundamental para o aprendizado, sobretudo para o aprimoramento de uma vis\u00e3o cr\u00edtica do trabalho de pesquisa desenvolvido, bem como de sua reda\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o oral mais adequadas.<br \/>Os alunos do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o dever\u00e3o assistir as disserta\u00e7\u00f5es\/teses com a participa\u00e7\u00e3o do professor da disciplina. O aluno dever\u00e1 apresentar um relat\u00f3rio com uma an\u00e1lise cr\u00edtica sobre o conte\u00fado tem\u00e1tico, a forma de apresenta\u00e7\u00e3o escrita e oral, a participa\u00e7\u00e3o dos membros da banca examinadora e do aluno envolvido na defesa. Posteriormente, haver\u00e1 uma reuni\u00e3o final para as discuss\u00f5es.<\/p><p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><br \/>Fran\u00e7a JL. et al. Manual para normaliza\u00e7\u00e3o. Belo Horizonte, Editora UFMG, 1996.<\/p><p>Souza MSL. Guia de reda\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o de teses, disserta\u00e7\u00f5es e monografias. Belo Horizonte, DMPS, UFMG, 1995.<\/p><p>Gusm\u00e3o S, Silveira RL. Reda\u00e7\u00e3o do trabalho cient\u00edfico na \u00e1rea biom\u00e9dica. Rio de Janeiro. Editora Revinter, 2000.<\/p><p>Severino, A.J. Metodologia do trabalho cient\u00edfico. Ed. Moraes, 5\u00b0 Edi\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Paulo, 1980.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\"> CIR 846 &#8211; Semin\u00e1rio Did\u00e1tico II &#8211; Apresenta\u00e7\u00e3o oral de Trabalhos Cient\u00edficos<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga-hor\u00e1ria:<\/strong> 60h<\/p><p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 04<\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<\/p><p><strong>Professores:<br \/><\/strong>Vivian Resende<br \/>Agnaldo Soares Lima<br \/>Cristiano Xavier Lima<br \/>Wanessa Trindade Clemente<\/p><p><strong>Ementa:<br \/><\/strong>Os alunos participam ativamente das atividades did\u00e1tico-pedag\u00f3gicas. S\u00e3o os sujeitos da a\u00e7\u00e3o. Assistem, apresentam os temas, comentam as apresenta\u00e7\u00f5es, discutem o assunto e orientam alunos da gradua\u00e7\u00e3o.<\/p><p>Assuntos pertencentes \u00e0 Cirurgia e Oftalmologia e aos projetos de disserta\u00e7\u00e3o e de tese.<\/p><p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p><p>Os assuntos did\u00e1ticos e da mat\u00e9ria cir\u00fargica s\u00e3o pesquisadas pelos alunos, em v\u00e1rias fontes, a crit\u00e9rio deles, de acordo com a orienta\u00e7\u00e3o e necessidade do assunto.<\/p><p>Pierre Well e Roland Tompakow. O Corpo Fala. 56 \u00b0Ed. Editora Vozes.<\/p><p>Como fazer uma apresenta\u00e7\u00e3o oral. Profa. Dra. Bagn\u00f3lia Ara\u00fajo da Silva, 2013. Fontes. 1. \u201cComo falar em encontros cient\u00edficos \u2013 do semin\u00e1rio em sala de aula.<\/p><p>www.proestudo.ufscar.br\/downloads\/orientacoes-sobre-apresentacoes-orais\/at&#8230;\/file. Como fazer uma apresenta\u00e7\u00e3o oral. Texto fornecido pelo professor.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\"> CIR 864 &#8211; Projeto de tese I <span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga Hor\u00e1ria:<\/strong> 60h<br \/><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 04<br \/><strong>Natureza:<\/strong>Obrigat\u00f3ria D<\/p><p>O aluno de doutorado \u00e9 aquele que se prepara para a pesquisa e a forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos. Nesse contexto, a avalia\u00e7\u00e3o cr\u00edtica de projetos de pesquisa, com discuss\u00e3o embasada em conhecimentos de metodologia da pesquisa, bioestat\u00edstica, bio\u00e9tica e , pode a glutinar conhecimentos b\u00e1sicos da pesquisa cient\u00edfica, aplicando-os ao seu pr\u00f3prio projeto e a demais projetos que podem ser desenvolvidos futuramente pelo aluno. Al\u00e9m disso, ao fazer a defesa do seu projeto de pesquisa o aluno pode exercitar sua capacidade de argumenta\u00e7\u00e3o e, eventualmente, corrigir desvios ou agregar novas vari\u00e1veis em seu projeto de pesquisa, visando reduzir os insucessos e garantindo a realiza\u00e7\u00e3o de estudos com melhor qualidade cient\u00edfica. Programa: Na inscri\u00e7\u00e3o na disciplina, o aluno deve entregar o projeto de tese, que ser\u00e1 avaliado por dois pareceristas. Em dias pr\u00e9-definidos, um aluno dever\u00e1 fazer a apresenta\u00e7\u00e3o do projeto em 20 minutos, seguido de debate a partir do relat\u00f3rio de cada um dos pareceristas (20 minutos) e da opini\u00e3o dos demais alunos (20 minutos). Todos os alunos matriculados no doutorado dever\u00e3o cursar a disciplina at\u00e9 o segundo ano do doutorado, n\u00e3o sendo recebidas matr\u00edculas de alunos a partir do segundo ano de curso.<\/p><p><strong>Bibliografia<\/strong>:<br \/>Metodologia cient\u00edfica para a \u00e1rea da sa\u00fade &#8211; Sonia Vieira<br \/>Reda\u00e7\u00e3o cient\u00edfica-\u0096Sebasti\u00e3o Gusm\u00e3o<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\"> CIR 865 &#8211; Projeto de tese II  <span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga hor\u00e1ria:<\/strong> 60h<br \/><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 04<br \/><strong>Natureza:<\/strong>Obrigat\u00f3ria D<\/p><p><strong>Professores:<br \/><\/strong>Tarcizo Afonso Nunes<br \/>Ant\u00f4nio Lacerda<br \/>Marco Ant\u00f4nio Percope<\/p><p>O aluno de doutorado \u00e9 aquele que se prepara para a pesquisa e a forma\u00e7\u00e3o de recursos humanos. O t\u00edtulo de doutor propiciar\u00e1 a esse aluno a oportunidade de participa\u00e7\u00e3o em bancas de defesa de disserta\u00e7\u00f5es e teses, mas n\u00e3o h\u00e1 treinamento formal no que diz respeito \u00e0s posturas que devem ser adotadas pelo examinador. A fun\u00e7\u00e3o de examinador requer do indiv\u00edduo conhecimento e pr\u00e1tica constante em metodologia da pesquisa, bioestat\u00edstica, bio\u00e9tica e reda\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, que s\u00e3o os pilares da pesquisa cient\u00edfica. Participar de bancas de qualifica\u00e7\u00e3o de mestrado permite que o aluno exercite sua capacidade de avalia\u00e7\u00e3o e de argumenta\u00e7\u00e3o, e as discuss\u00f5es realizadas depois com o tutor da disciplina podem dar ao aluno uma vis\u00e3o mais apurada da sua postura como examinador.<\/p><p>Programa: O aluno dever\u00e1 obrigatoriamente participar de bancas de qualifica\u00e7\u00e3o de mestrado. Ap\u00f3s cada sess\u00e3o de qualifica\u00e7\u00e3o, os tr\u00eas alunos presentes a essa sess\u00e3o se reunir\u00e3o com o tutor da disciplina e ser\u00e1 feita a discuss\u00e3o sobre a atua\u00e7\u00e3o de cada um na sess\u00e3o, eventualmente, com aux\u00edlio de v\u00eddeos realizados durante as sess\u00f5es de qualifica\u00e7\u00e3o. Todos os alunos matriculados no doutorado dever\u00e3o cursar a disciplina. A participa\u00e7\u00e3o nas sess\u00f5es \u00e9 pr\u00e9-requisito para a solicita\u00e7\u00e3o de exame de qualifica\u00e7\u00e3o do doutorado.<br \/><strong>Bibliografia:<\/strong><br \/>Metodologia Cient\u00edfica para a Area da Sa\u00fade- Sonia Vieira Reda\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica-Sebasti\u00e3o Gusm\u00e3o<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\"> CIR 847 &#8211; M\u00e9todo Cient\u00edfico<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Obrigat\u00f3ria M e D<\/p><p><strong>Carga Hor\u00e1ria:<\/strong> 30<\/p><p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 02<\/p><p><strong>Professores:<br \/><\/strong>Renato Santiago Gomez<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong><br \/>Claude Bernard, o introdutor do m\u00e9todo cient\u00edfico em Medicina, j\u00e1 no fim do s\u00e9culo XIX observava que o esp\u00edrito humano n\u00e3o pode conceber efeitos sem causa. A vis\u00e3o de um fen\u00f4meno compreende sempre uma id\u00e9ia de casualidade, e toda a ci\u00eancia humana consiste na conjuga\u00e7\u00e3o dos efeitos observados \u00e0s suas causas. Assim, o m\u00e9todo cient\u00edfico procura descobrir as causas e relacion\u00e1-las a seus efeitos, em busca de explica\u00e7\u00f5es ou verdades para os fen\u00f4menos observados. A verdade cient\u00edfica s\u00f3 \u00e9 alcan\u00e7ada atrav\u00e9s da prova, primeira regra da Metodologia Cient\u00edfica. A segunda regra \u00e9 a que uma hip\u00f3tese, uma vez submetida \u00e0 prova e comprovada suas qualidades, s\u00f3 pode ser afastada e substitu\u00edda por outra que resista melhor a prova.<\/p><p><strong>Objetivos<\/strong><br \/>Introduzir ao aluno de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o os fundamentos da metodologia cient\u00edfica (m\u00e9todo indutivo, m\u00e9todo dedutivo). Motiv\u00e1-lo para a pesquisa em cirurgia, ensinando-lhe os m\u00e9todos para a elabora\u00e7\u00e3o de um trabalho cient\u00edfico. Ser\u00e3o estudados t\u00f3picos relacionados \u00e0 motiva\u00e7\u00e3o para o desenvolvimento de uma pesquisa; a prepara\u00e7\u00e3o de um trabalho cl\u00ednico, experimental ou de revis\u00e3o de literatura; os m\u00e9todos para desenvolver a pesquisa; a coleta de dados e sua an\u00e1lise com base em conhecimentos estat\u00edsticos; a reda\u00e7\u00e3o do trabalho cient\u00edfico e sua apresenta\u00e7\u00e3o em eventos ou envio para revistas especializadas.<\/p><p>Aplica\u00e7\u00e3o do m\u00e9todo cient\u00edfico no planejamento e execu\u00e7\u00e3o da pesquisa (varia\u00e7\u00e3o e grupo controle, planejamento, objetivo da pesquisa, material a ser pesquisado, local, tempo, m\u00e9todo de investiga\u00e7\u00e3o, mensura\u00e7\u00e3o, causalidade, amostragem, aleatoriedade, modalidade de ensaio, projeto de pesquisa, \u00e9tica em pesquisa, etc).<\/p><p>O m\u00e9todo de ensino ser\u00e1 fundamentado em discuss\u00f5es te\u00f3ricas em pain\u00e9is complementados por atividade pr\u00e1tica experimental e em laborat\u00f3rio onde o aluno ter\u00e1 a oportunidade de propor ou desenvolver novas pesquisas<\/p><p><strong>SISTEMA DE AVALIA\u00c7\u00c3O:<\/strong> Participa\u00e7\u00e3o nos grupos de discuss\u00e3o e relat\u00f3rio t\u00e9cnico final<\/p><p><strong>PROGRAMA:<\/strong><br \/>Os m\u00e9todos cl\u00e1ssicos e modernos ser\u00e3o discutidos em pain\u00e9is e na pr\u00e1tica, ambos, para o desenvolvimento do aluno na execu\u00e7\u00e3o da pesquisa.<br \/>1. Formula\u00e7\u00e3o da hip\u00f3tese<br \/>2. Protocolos de pesquisa<br \/>3. Delineamento com amostras aleat\u00f3rias controladas<br \/>4. Delineamento de pesquisa caso-controle<br \/>5. Delineamento de pesquisa coorte<br \/>6. Delineamento transversal comparativo de grupos paralelos<br \/>7. Estudo de caso e a pesquisa sobre s\u00edndromes raras<br \/>8. C\u00e1lculo do n amostral<br \/>9. Vari\u00e1veis na pesquisa cl\u00ednica e elabora\u00e7\u00e3o de protocolos<br \/>10. Tipos de vari\u00e1veis segundo sua fun\u00e7\u00e3o<br \/>11. controle e a manipula\u00e7\u00e3o das vari\u00e1veis<br \/>12. Coleta dos dados e teste piloto<br \/>13. Tipos de testes estat\u00edsticos aplic\u00e1veis a ensaios cl\u00ednicos e experimentais<\/p><p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p><p>SEVERINO, A.J. Metodologia do trabalho cient\u00edfico. Ed. Moraes, 5\u00b0 Edi\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Paulo, 1980.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\"> CIR 854 &#8211; Reda\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 04<br \/><strong>Carga-hor\u00e1ria:<\/strong> 60h<\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Obrigat\u00f3ria M e D<\/p><p><strong>Professores:<\/strong><br \/>Marco Ant\u00f4nio Percope<br \/>Vivian Resende<br \/>Andy Petroianu<\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Obrigat\u00f3ria M e D<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong><\/p><p>Partes metodol\u00f3gicas do artigo original, partes metodol\u00f3gicas dos artigos de revis\u00e3o e relato de caso, apresenta\u00e7\u00e3o impressa, ilustra\u00e7\u00e3o e linguagem cient\u00edfica, reda\u00e7\u00e3o de tese, linguagem M\u00e9dica, portal CAPES e pesquisa bibliogr\u00e1fica. A disciplina tem por objetivo o treinamento orientado dos m\u00e9todos de reda\u00e7\u00e3o do trabalho cient\u00edfico (artigos, monografias, disserta\u00e7\u00f5es e teses), do uso da inform\u00e1tica na reda\u00e7\u00e3o e do acesso de fontes de refer\u00eancias bibliogr\u00e1ficas. O m\u00e9todo de ensino ser\u00e1 fundamentado em aulas expositivas, discuss\u00f5es te\u00f3ricas, aula pr\u00e1tica em Biblioteca e aux\u00edlio para a reda\u00e7\u00e3o dos trabalhos cient\u00edficos desenvolvidos por alunos.<\/p><p><strong>Programa:<\/strong><br \/>1. Partes metodol\u00f3gicas do artigo original<br \/>2. Partes metodol\u00f3gicas dos artigos de revis\u00e3o e relato de caso<br \/>3. Apresenta\u00e7\u00e3o impressa, ilustra\u00e7\u00e3o e linguagem cient\u00edfica<br \/>4. Reda\u00e7\u00e3o de tese<br \/>5. Linguagem M\u00e9dica<br \/>6. Portal CAPES<br \/>7. Pesquisa bibliogr\u00e1fica<br \/>8. Normaliza\u00e7\u00e3o bibliogr\u00e1fica<br \/>9. An\u00e1lise de artigo tipo original<br \/>10. An\u00e1lise de artigo tipo revis\u00e3o da literatura e relato de caso<br \/><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p><p>GUSM\u00c3O, S; SILVEIRA, R. L. Reda\u00e7\u00e3o do trabalho cient\u00edfico na \u00e1rea biom\u00e9dica. Rio de Janeiro, Editora Revinter, 2000.<br \/>FRAN\u00c7A, J. L. et al. Manual para normaliza\u00e7\u00e3o. Belo Horizonte, Editora UFMG, 1996.<br \/>SOUZA, M. S. L. Guia de reda\u00e7\u00e3o e apresenta\u00e7\u00e3o de teses, disserta\u00e7\u00f5es e monografias. Belo Horizonte, DMPS, UFMG, 1995.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">CIR 848 &#8211; Bio\u00e9tica<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 04<br \/><strong>Carga Hor\u00e1ria:<\/strong> 60 h<\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Obrigat\u00f3ria M e D<\/p><p><strong>Professores:<br \/><\/strong>Jos\u00e9 Agostinho Lopes<br \/>Vivian Resende<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong><br \/>O objetivo da disciplina \u00e9 fornecer ao aluno subs\u00eddios para que possa refletir sobre quest\u00f5es \u00e9ticas em pesquisas envolvendo seres humanos assim como estudos experimentais. O aluno ter\u00e1 aulas expositivas sobre a hist\u00f3ria da Bio\u00e9tica estabelecendo um di\u00e1logo com a Filosofia e a Arte nos diversos momentos da hist\u00f3ria da humanidade. Ser\u00e3o tamb\u00e9m desenvolvidos semin\u00e1rios individuais ou em grupo nos quais os alunos ir\u00e3o fazer exposi\u00e7\u00e3o te\u00f3rica seguida de debate, envolvendo os principais temas em Bio\u00e9tica. Espera-se que o aluno compreenda de forma clara as leis vigentes da CONEP (Comiss\u00e3o Nacional de \u00c9tica em Pesquisa) e CEP (Comit\u00ea de \u00c9tica em Pesquisa) e como funciona a Plataforma Brasil e que seja capaz de elaborar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido dentro dos princ\u00edpios \u00c9ticos em Pesquisa envolvendo seres humanos, al\u00e9m de conhecer os princ\u00edpios da \u00e9tica com experimenta\u00e7\u00e3o animal.<\/p><p><strong>T\u00f3picos a serem desenvolvidos:<\/strong><br \/>&#8211; Pesquisa em Seres Humanos<br \/>&#8211; Pesquisa em Animais de Experimenta\u00e7\u00e3o.<br \/>&#8211; Temas espec\u00edficos:<br \/>\u2022 Reprodu\u00e7\u00e3o assistida.<br \/>\u2022 Aborto.<br \/>\u2022 Projeto Genoma Humano e Medicina Preditiva<br \/>\u2022 Transplantes<br \/>\u2022 Eutan\u00e1sia e Distan\u00e1sia<br \/>&#8211; Bio\u00e9tica e Sa\u00fade P\u00fablica<br \/>&#8211; Bio\u00e9tica e Aids.<br \/><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><br \/>Resolu\u00e7\u00e3o CNS 466\/12<\/p><p>Petroianu A. \u00c9tica, Moral e Deontologia M\u00e9dicas. Guanabara Koogan Rio de Janeiro, 2000.<br \/>L\u00e1zaro da Silva, A. Temas de \u00c9tica M\u00e9dica. Belo Horizonte, Coop. Ed. Cult. M\u00e9dica, 1982.<br \/>Costa SIF, Oselka G, G Volnei. Inicia\u00e7\u00e3o \u00e0 Bio\u00e9tica. Conselho Federal de M\u00e9dica. Bras\u00edlia, 1998.Viana, MG. \u00c9tica Geral e Profissional. Porto, Liv. Figueirinhas, 1961.<br \/>GOMBRICH, E. H. (ERNST HANS). Hist\u00f3ria da Arte. 16\u00b0 Ed. LTC, 2000<br \/>.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">EST 814 &#8211; Princ\u00edpios de Bioestat\u00edstica  <span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga Hor\u00e1ria:<\/strong> 60<br \/><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 04<br \/><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<br \/>Professor da EST<br \/><strong>Ementa:<\/strong><br \/>Estat\u00edstica descritiva. Elementos de probabilidade. Infer\u00eancia estat\u00edstica: intervalo de confian\u00e7a e testes de hip\u00f3tese. Testes estat\u00edsticos cl\u00e1ssicos: qui-quadrado, t para uma e duas amostras, regress\u00e3o linear simples e correla\u00e7\u00e3o, an\u00e1lise de vari\u00e2ncia.<br \/><strong>Programa:<\/strong><br \/>1. Escalas, diagramas, processamento de dados, sum\u00e1rio de dados num\u00e9ricos.<br \/>2. Medidas de tend\u00eancia central, medidas de varia\u00e7\u00e3o.<br \/>3. Probabilidade.<br \/>4. Popula\u00e7\u00e3o e amostra.<br \/>5. Desvios padr\u00e3o de m\u00e9dias, propor\u00e7\u00f5es e de diferen\u00e7as entre m\u00e9dias e propor\u00e7\u00f5es.<br \/>6. Infer\u00eancia estat\u00edstica. Intervalo de confian\u00e7a.<br \/>7. Infer\u00eancia estat\u00edstica. Conceitos.<br \/>8. Infer\u00eancia em propor\u00e7\u00f5es.<br \/>9. Compara\u00e7\u00e3o de duas m\u00e9dias.<br \/>10. Compara\u00e7\u00e3o de duas propor\u00e7\u00f5es.<br \/>11. Tabelas 2&#215;2. Teste do qui-quadrado.<br \/>12. Compara\u00e7\u00f5es de v\u00e1rias propor\u00e7\u00f5es (tabelas Kx2 e RxC)<br \/>13. Regress\u00e3o linear simples.<br \/>14. Correla\u00e7\u00e3o.<br \/>15. Introdu\u00e7\u00e3o ao planejamento de experimentos e an\u00e1lise de vari\u00e2ncia.<\/p><p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p><p>ARMITAGE,P. &amp; BERRY, G. Statistical methods in medical research. 2nd Ed. New York , Oxford , Balckwell Scientific Publications, 1987.<\/p><p>BERQU\u00d3, E.S.; SOUZA, J.M.P.; GOTLIEB, S.L.D. Biestat\u00edstica. S\u00e3o Paulo, Editora Pedag\u00f3gica e Universit\u00e1ria, 1981.<\/p><p>SNEDECOR,G.W. &amp; COCHRAN, W.G. Statistical methods. 7th Ed. Ames, Iowa State University Press, 1980.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">CIR 876 &#8211; M\u00e9todos Quantitativos Aplicados \u00e0 Cirurgia<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga Hor\u00e1ria:<\/strong> 30 horas<br \/><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 02<\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<\/p><p><strong>Professores:<br \/><\/strong>Carla Jorge Machado<br \/>Vivian Resende<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong><br \/>Defini\u00e7\u00f5es em estat\u00edstica. Probabilidade. Probabilidade Condicional. Defini\u00e7\u00e3o Frequencial de probabilidade. Eventos. Tipos de vari\u00e1veis. Medidas descritivas de distribui\u00e7\u00e3o de acordo com as vari\u00e1veis. Medidas de tend\u00eancia central. Medidas de variabilidade. Conceito de popula\u00e7\u00e3o e conceito de amostra. Intervalo de confian\u00e7a. Tamanho da amostra. Testes: param\u00e9tricos e n\u00e3o param\u00e9tricos. Desenhos de estudo e medidas pertinentes. No\u00e7\u00f5es de regress\u00e3o univariada e multivariada. Aplica\u00e7\u00f5es dos conceitos estudados \u00e0 cirurgia<\/p><p><strong>Objetivo:<\/strong><br \/>Fornecer elementos introdut\u00f3rios essenciais a uma capacita\u00e7\u00e3o mais aprofundada \u00e0 an\u00e1lise estat\u00edsticas de dados referentes \u00e0s pesquisas no campo da sa\u00fade p\u00fablica.<\/p><p><strong>UNIDADES DE ENSINO<\/strong><br \/>1. ALGUNS CONCEITOS B\u00c1SICOS EM ESTAT\u00cdSTICA.<br \/>2. PROBABILIDADE<br \/>3. DISTRIBUI\u00c7\u00c3O DE PROBABILIDADE<br \/>3.1. Distribui\u00e7\u00f5es Cont\u00ednuas: usos e aplica\u00e7\u00f5es<br \/>3.2. Distribui\u00e7\u00f5es Discretas: usos e aplica\u00e7\u00f5es<br \/>4. A DISTRIBUI\u00c7\u00c3O NORMAL<br \/>4.1. Propriedades da Distribui\u00e7\u00e3o Normal<br \/>4.2. A distribui\u00e7\u00e3o normal como a principal distribui\u00e7\u00e3o param\u00e9trica: usos e aplica\u00e7\u00f5es<br \/>5. ESTIMA\u00c7\u00c3O<br \/>5.1. Estima\u00e7\u00e3o pontual<br \/>5.2. Estima\u00e7\u00e3o intervalar<br \/>5.3. Tamanho de amostra<br \/>5.4. Desenho de estudo e tamanho de amostra: usos e aplica\u00e7\u00f5es<br \/>5.5. Testes param\u00e9tricos e n\u00e3o param\u00e9tricos.<br \/>5.6. Usos e aplica\u00e7\u00f5es de regress\u00e3o univariada e multivariada.<\/p><p><strong>METODOLOGIA DE ENSINO<\/strong><br \/>O curso desenvolver-se-\u00e1 por meio de aulas expositivas e com o uso de computadores port\u00e1teis trazidos pelos alunos. Ser\u00e3o realizados trabalhos individuais e em grupos sobre o conte\u00fado da disciplina: exerc\u00edcios com problemas pr\u00e1ticos, de prefer\u00eancia j\u00e1 trazidos pelo aluno. Com tais atividades, pretende-se promover o treinamento do racioc\u00ednio estat\u00edstico para facilitar o o desenvolvimento em futuros cursos em estat\u00edstica e para auxiliar no desenvolvimento da tese ou disserta\u00e7\u00e3o.<br \/><strong>CRIT\u00c9RIOS DE AVALIA\u00c7\u00c3O<br \/><\/strong>Trabalhos (individuais e em grupo) sobre a metodologia estat\u00edstica discutida (em exerc\u00edcios tradicionais ou artigos cient\u00edficos) e an\u00e1lise de dados simples com uso de computador. Haver\u00e1 est\u00edmulo para que os alunos tragam constantemente os seus problemas de sua pr\u00f3pria pesquisa em andamento.<br \/><strong>BIBLIOGRAFIA B\u00c1SICA<\/strong><br \/>Sabin, Caroline; Petrie, Aviva &#8211; Estat\u00edstica M\u00e9dica. (ISBN: 857241701X). 2a. Edi\u00e7\u00e3o. Editora ROCA. 2008. 176 p\u00e1ginas<\/p><p><strong>BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR<\/strong><br \/>CRESPO, A. A. Estat\u00edstica f\u00e1cil \u2013 19a edi\u00e7\u00e3o atual. S\u00e3o Paulo: Saraiva, 2009.<br \/><a href=\"https:\/\/dl.dropbox.com\/u\/1863356\/anota%C3%A7%C3%B5es%20em%20constru%C3%A7%C3%A3o%20-%20quantitativo.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">https:\/\/dl.dropbox.com\/u\/1863356\/anota%C3%A7%C3%B5es%20em%20constru%C3%A7%C3%A3o%20-%20quantitativo.pdf <\/a><br \/>Soares, J.F., Farias, A. A. E Cesar, C.C. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 estat\u00edstica, 2\u00aa edi\u00e7\u00e3o, LTC, 2003<br \/>Triola, M. F. Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 estat\u00edstica. 9\u00aa edi\u00e7\u00e3o \u2013 2005. 682 pgs.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">CIR 852 &#8211; Inform\u00e1tica Aplicada ao Trabalho Cient\u00edfico<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga Hor\u00e1ria:<\/strong> 60<br \/><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 04<\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<\/p><p><strong>Professor:<br \/><\/strong>Marcelo Dias Sanches<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong><br \/>O objetivo desta disciplina \u00e9 apresentar, de forma te\u00f3rica e pr\u00e1tica, os recursos dispon\u00edveis para realiza\u00e7\u00e3o das v\u00e1rias fases da pesquisa e da execu\u00e7\u00e3o do trabalho de disserta\u00e7\u00e3o ou tese, tais como revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica, an\u00e1lise estat\u00edstica, elabora\u00e7\u00e3o do texto, ilustra\u00e7\u00f5es e confec\u00e7\u00e3o do material did\u00e1tico.<\/p><p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p><p>BEMMEL, J.; BEMMEL, J.V.; MUSEN, M. A. Hand Book of medical informatics. Springer Verlag, 1\u00aa ed. 1997.<br \/>EVERONE, C. Doctor internet: how to use the internet for health and medicine. Publishers Group West, 1\u00aa ed. 2001.<br \/>SHORTLIFFE, E.H; WIEDERHOLD, G.; PERREAOLT, L.E.; FAGAN, L.M. Medical informatcs: computer applications inn health care and biomedicine. Springer Verlag, 2\u00ba ed. 2000.<br \/>SMITH, R.P. The internet for physicians. Springer Verlag, 3\u00aa ed. 2001.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">CIR880 &#8211; Systematic Review And Critical Appraisal Of Literature<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 04<br \/><strong>Carga hor\u00e1ria:<\/strong> 60 h<\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<\/p><p><strong>Professores:<br \/><\/strong>Tulio Pinho Navarro<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong>Currently, more than 5,000 scientific articles are published on daily basis. Therefore, the researcher is not available to read all the articles. It is imperative to search the pertinent literature by means of eletronic filters and to carry out a critical appraisal of the scientificarticles of interest. In order to do this, the researcher should have knowledge of the study design, if it is adequate for the type of research and to identify possible errors and bias of such papers, it is also important to have knowledge of the hierarch of scientific evidence and basic statical skills, such as accuracy, likelihood ratio, odds ratio, relative and absolute risk reduction, number needed to treat (nnt), number needed to harm (nnh), and confidence interval. &#8211; through this discipline, the student will be able to select only articles with appropriate design and scientific evidences acceptable for their type of study, saving time for the researcher to critically analyze the scientific literature.<\/p><p><strong>BIBLIOGRAFIA<\/strong><\/p><p>&#8211; JAMA, november 4, n. 17, 1992, vol. 268.<\/p><p>&#8211; Pr\u00e1tica Cl\u00ednica Baseada em Evid\u00eancia \u2013 Wanderley Bernardo, 2007.<\/p><p>&#8211; What is a sistematyc review? www.whatisseries.co.uk<\/p><p>&#8211; What is an NNT? www.whatisseries.co.uk<\/p><p>&#8211; What is a meta-analysis? www.whatisseries.co.uk<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">CIR 874 &#8211; Semin\u00e1rios Interdisciplinares <span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga hor\u00e1ria:<\/strong> 30<br \/><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 02<br \/><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<br \/><strong>Professores:<\/strong> Disciplina coordenada pelo Prof. Alexandre Varella Giannettie participa\u00e7\u00e3o de todos os docentes do Programa<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong> Tem como objetivo promover interatividade entre as diferentes \u00e1reas do conhecimento, com o intuito de expandir as colabora\u00e7\u00f5es interdisciplinares, para que o aluno possa vivenciar experi\u00eancias que venham a agregar novos valores \u00e0 pesquisa, dentro de um contexto trans e multidisciplinar.Os semin\u00e1rios acontecer\u00e3o ao longo do ano e ser\u00e3o conduzidos por diferentes professores do Programa que ser\u00e3o respons\u00e1veis pela organiza\u00e7\u00e3o do evento de acordo com sua \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o, enfatizando o di\u00e1logo trans e interdisciplinar. A avalia\u00e7\u00e3o dever\u00e1 considerar freq\u00fc\u00eancia, participa\u00e7\u00e3o nas atividades e integra\u00e7\u00e3o com os colegas e com o professor.<\/p><p>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas: A definir de acordo com a tem\u00e1tica de cada semin\u00e1rio.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">CIR 860 &#8211; Elementos bioqu\u00edmicos e celulares atuantes na cicatriza\u00e7\u00e3o de tecidos<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga hor\u00e1ria<\/strong>: 30h<br \/><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 02<br \/><strong>Natureza:<\/strong>Optativa M e D<br \/><strong>Professor:<\/strong>Ivana Duval de Ara\u00fajo<br \/>A les\u00e3o tecidual desencadeia um processo complexo de eventos bioqu\u00edmicos e celulares que, interagindo entre si, s\u00e3o respons\u00e1veis pela repara\u00e7\u00e3o do tecido lesado, visando a recupera\u00e7\u00e3o funcional do indiv\u00edduo. O processo de reparo do tecido, que se iniciaimediatamente ap\u00f3s a inj\u00faria, est\u00e1 na depend\u00eancia da s\u00edntese, tanto por plaquetas quanto por macr\u00f3fagos ativados, de fatores de crescimento, citocinas e compostos de baixo peso molecular cuja fun\u00e7\u00e3o \u00e9 estimular, de forma controlada e coordenada, os processos de mitose e s\u00edntese de subst\u00e2ncias respons\u00e1veis pela restaura\u00e7\u00e3o tecidual. Em suas v\u00e1rias fases, que v\u00e3o da inflama\u00e7\u00e3o ao remodelamento, s\u00e3o muitos os fatores, de ordem local ou geral, que t\u00eam efeito ben\u00e9fico ou delet\u00e9rio sobre o processo cicatricial, tendo como conseq\u00fc\u00eancia desde problemas de pouco impacto na vida e sa\u00fade do indiv\u00edduo at\u00e9 problemas severos, como seq\u00fcelas funcionais, absente\u00edsmo ao trabalho e morte. O objetivo desta disciplina \u00e9 discutir, na cicatriza\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria ou secund\u00e1ria, os principais elementos envolvidos nasdiversas fases da cicatriza\u00e7\u00e3o dos tecidos org\u00e2nicos, suas particularidades, os modelos de estudo do processo cicatricial e as principais interven\u00e7\u00f5esben\u00e9ficas e delet\u00e9rias em cada fase. Programa M\u00f3dulo I \u2013 A coagula\u00e7\u00e3o e a inflama\u00e7\u00e3o a) mediadores envolvidos b) particularidades dos tecidos: pele, tubo digestivo, f\u00edgado, cora\u00e7\u00e3o, ossos, tend\u00f5es c) fatores que interferem com a produ\u00e7\u00e3o de mediadores bioqu\u00edmicos em pele, tubo digestivo, f\u00edgado, cora\u00e7\u00e3o, ossos, tend\u00f5es d) fatores que interferem com a fun\u00e7\u00e3o celular em pele, tubo digestivo, f\u00edgado, cora\u00e7\u00e3o, ossos, tend\u00f5es M\u00f3dulo II \u2013 A epiteliza\u00e7\u00e3o a) mediadores envolvidos b) particularidades dos tecidos: pele, tubo digestivo, f\u00edgado, cora\u00e7\u00e3o, ossos, tend\u00f5es c) fatores que interferem com a produ\u00e7\u00e3o de mediadores bioqu\u00edmicos em pele, tubo digestivo, f\u00edgado, cora\u00e7\u00e3o, ossos, tend\u00f5es d) fatores que interferem com a fun\u00e7\u00e3o celular em pele, tubo digestivo, f\u00edgado, cora\u00e7\u00e3o, ossos, tend\u00f5es M\u00f3dulo III \u2013 A s\u00edntese do col\u00e1geno a) mediadores envolvidos b) particularidades dos tecidos: pele, tubo digestivo, f\u00edgado, cora\u00e7\u00e3o, ossos, tend\u00f5es c) fatores que interferem com a produ\u00e7\u00e3o de mediadores bioqu\u00edmicos em pele, tubo digestivo, f\u00edgado, cora\u00e7\u00e3o, ossos, tend\u00f5es d) fatores que interferem com a fun\u00e7\u00e3o celular em pele, tubo digestivo, f\u00edgado, cora\u00e7\u00e3o, ossos, tend\u00f5esM\u00f3dulo IV a) principais modelos de estudo do processo cicatricial: pele, tubo digestivo, f\u00edgado, cora\u00e7\u00e3o, ossos, tend\u00f5es b) Histopatologianas diferentes fases do processo cicatricial em pele, tubo digestivo, f\u00edgado, cora\u00e7\u00e3o, ossos, tend\u00f5es c) Colora\u00e7\u00f5es especiais em histopatologia e imunohistoqu\u00edmica para avaliar particularidades das diferentes fases da cicatriza\u00e7\u00e3o em pele, tubo digestivo, f\u00edgado, cora\u00e7\u00e3o, ossos, tend\u00f5es<\/p><p><strong>Bibliografia:<\/strong><br \/>Eming SA, Martin P, Tomic-Canic M. Wound repair and regeneration: mechanisms, signaling, and translation. SciTransl Med. 2014 Dec 3;6(265):265-6.<\/p><p>Yan L, Cao R, Wang L, Liu Y, Pan B, Yin Y, Lv X, Zhuang Q, Sun X, Xiao R. Epithelial-mesenchymal transition in keloid tissues and TGF-\u03b21-induced hairfollicle outer root sheath keratinocytes. Wound Repair Regen. 2015 Jul-Aug;23(4):601-10.<\/p><p>Andri G, Aguzzi C, Rossi S, Bonferoni MC, Bruni G, Boselli C, Cornaglia AI, Riva F, Viseras C, Caramella C, Ferrari F. Halloysite and chitosan oligosaccharide nanocomposite for wound healing. ActaBiomater. 2017 May 15. pii: S1742-7061(17)30313-6.<\/p><p>Muniz BF, Netto GM, Ferreira MJ, Prata LO, Mayrink CC, Guimar\u00e3es YL, CaliariMV, Duval-Araujo I. Neutrophilic infiltration in lungs of mice with peritonitisin acid or basic medium. Int J ClinExp Med. 2015 Apr 15;8(4):5812-7.<\/p><p>J\u00fanior MF, Batista SA, Barbuto RC, Gomes AD, Queiroz DM, Ara\u00fajo ID, CaliariMV. CagA-positive Helicobacter pylori strain containing three EPIYA Cphosphorylation sites produces increase of G cell and decrease of D cell inexperimentally infected gerbils (Merionesunguiculatus). Adv Med Sci. 2016.Sep;61(2):231-236.<\/p><p>Duarte IG, Duval-Araujo I. Amniotic membrane as a biological dressing ininfected wound healing in rabbits. Acta Cir Bras. 2014 May;29(5):334-9.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">OFT 851 &#8211; Mecanismo de a\u00e7\u00e3o de drogas nos tecidos oculares<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga hor\u00e1ria:<\/strong> 30h<br \/><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 02<br \/><strong>Natureza:<\/strong>Optativa M e D<br \/><strong>Professores:<\/strong><br \/>SEBASTIAO CRONEMBERGER SOBRINHO (Docente)<br \/>DANIEL VITOR DE VASCONCELOS SANTOS (Docente)<br \/>MARCO AURELIO LANA PEIXOTO (Docente)<br \/>MARCIO BITTAR NEHEMY (Docente)<\/p><p>O objetivo desta disciplina \u00e9 qualificar o aluno para compreender o mecanismo de a\u00e7\u00e3o, efeitos terap\u00eauticos e colaterais de drogas administradas por via intra-ocular, utilizadas em inje\u00e7\u00f5es \u00fanicas ou por sistemas de libera\u00e7\u00e3o prolongada. Analisar crit\u00e9rios para se determinar a dose m\u00e1xima toler\u00e1vel pelos tecidos oculares e doses t\u00f3xicas de f\u00e1rmacos potencialmente \u00fateis no tratamento de doen\u00e7as vitreorretinianas, tais como membrana neovascular sub-retiniana, distrofias coriorretinianas e vitreorretinopatia proliferativa. Estabelecer os mecanismos de a\u00e7\u00e3o, concentra\u00e7\u00e3o e eventual toxicidade de diferentes corantes para melhorar a visibiliza\u00e7\u00e3o das estruturas vitreorretinianas durante a cirurgia vitreorretinianas. Estudar o mecanismo geral das drogas que alteram a press\u00e3o intra-ocular; drogas que facilitam o escoamento do humor aquoso por via convencional; drogas que facilitam o escoamento pela via \u00faveoescleral; drogas que diminuem a produ\u00e7\u00e3o do humor aquoso; fundamentos da tonografia; fundamentos da fluorofotometria; fluorofotometria e volume-minuto do humor aquoso; aplica\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas da tonografia e de fluorofotometria.<\/p><p><strong>Bibliografia:<\/strong><br \/>1.Foureaux G, Franca JR, Nogueira JC, Fulg\u00eancioGde O, Ribeiro TG, Castilho RO, Yoshida MI, Fuscaldi LL, Fernandes SO, Cardoso VN, Cronemberger S, Faraco AA,Ferreira AJ. Ocular Inserts for Sustained Release of the Angiotensin-ConvertingEnzyme 2 Activator, DiminazeneAceturate, to Treat Glaucoma in Rats. PLoS One.2015 Jul 23;10(7):e0133149.<\/p><p>2.Diniz-Filho A, Delano-Wood L, Daga FB, Cronemberger S, Medeiros FA.Association Between Neurocognitive Decline and Visual Field Variability inGlaucoma. JAMA Ophthalmol. 2017 May 18.<\/p><p>3. Cronemberger S, Calixto N, AvellarMilhomens TG, Gama PO, Milhomens EG, Rolim H, Mendon\u00e7a SC. Effect of intraocular pressure control on central cornealthickness, horizontal corneal diameter, and axial length in primary congenitalglaucoma. J AAPOS. 2014 Oct;18(5):433-6.<\/p><p>4. Franca JR, Foureaux G, Fuscaldi LL, Ribeiro TG, Rodrigues LB, Bravo R,Castilho RO, Yoshida MI, Cardoso VN, Fernandes SO, Cronemberger S, Ferreira AJ,Faraco AA. Bimatoprost-loaded ocular inserts as sustained release drug deliverysystems for glaucoma treatment: in vitro and in vivo evaluation. PLoS One. 2014. Apr 30;9(4):e95461.<\/p><p>5.Veloso CE, Kanadani TM, Pereira FB, Nehemy MB. Vitreomacular Interface afterAnti-Vascular Endothelial Growth Factor Injections in Neovascular Age-RelatedMacular Degeneration. Ophthalmology. 2015 Aug;122(8):1569-72.<\/p><p>6.Veloso CE, de Almeida LN, Recchia FM, Pelayes D, Nehemy MB. VEGF genepolymorphism and response to intravitrealranibizumab in neovascular age-related macular degeneration. Ophthalmic Res. 2014;51(1):1-8.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">OFT852 &#8211; Correla\u00e7\u00e3o cl\u00ednico-patol\u00f3gica dos exames de imagem do bulbo ocular <span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga Hor\u00e1ria:<\/strong> 30 h<br \/><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 02<br \/><strong>Natureza:<\/strong>Optativa M e D<br \/><strong>Professores:\u00a0<\/strong><\/p><p>Sebasti\u00e3o Cronemberger Sobrinho<br \/>M\u00e1rcio Bittar Nehemy<br \/>Marco Aur\u00e9lio Lanna<\/p><p>Ser\u00e3o abordados assuntos relevantes e atuais da biomicroscopia ultra-s\u00f4nica visando contribuir de maneira substancial para o entendimento por parte do futuro pesquisador de como utilizare sse m\u00e9todo de imagem com o objetivo de esclarecer os mecanismos de v\u00e1rias doen\u00e7as do segmento anterior ainda n\u00e3o completamente desvendados. Ser\u00e3o estudadas as correla\u00e7\u00f5es entre as manifesta\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas e os achados dos exames de angiografia e tomografia de coer\u00eancia \u00f3ptica de doen\u00e7as coriorretinianas.<br \/>Bibliografia:<br \/>1.Costa AM, Costa RA, Melo LA Jr, Calucci D, Orefice JL, Cronemberger S.Influence of the eye-tracking-based follow-up function in retinal nerve fiberlayer thickness using fourier-domain optical oherence tomography. InvestOphthalmol Vis Sci. 2013 Mar 15;54(3):1958-63.<\/p><p>2.Tan BB, Natividad M, Chua KC, Yip LW. Comparison of retinal nerve fiber layer measurement between 2 spectral domain OCT instruments. J Glaucoma. 2012Apr-May;21(4):266-73.<\/p><p>3.Costa AM, Cronemberger S. Optic disc and retinal nerve fiber layer thicknessdescriptive analysis in megalopapilla. J Glaucoma. 2014 Aug;23(6):368-71.<\/p><p>4.Nehemy MB, Brocchi DN, Veloso CE. Optical Coherence Tomography Angiography Imaging of Quiescent Choroidal Neovascularization in Age-Related Macular degeneration. Ophthalmic Surg Lasers Imaging Retina. 2015 Nov-Dec;46(10):1056-7.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">APM 846 &#8211; Dist\u00farbios do Crescimento e da Diferencia\u00e7\u00e3o Celulares <span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<\/p><p><strong>Professor:<br \/><\/strong>Indicado pela Patologia.<\/p><p><strong>CH:<\/strong> 45<\/p><p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 03<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong><br \/>Disciplina de forma\u00e7\u00e3o comum a todas as \u00e1reas de concentra\u00e7\u00e3o, que pretende dar ao estudante uma vis\u00e3o ampla dos dist\u00farbios do crescimento e diferencia\u00e7\u00e3o celulares. Visa fornecer conceitos b\u00e1sicos estimulando paralelamente a an\u00e1lise cr\u00edtica de forma a permitir o aprimoramento e atualiza\u00e7\u00e3o futura dos conhecimentos necess\u00e1rios a um professor\/pesquisador. Inclui: a) parte te\u00f3rica \u2013 semin\u00e1rios de discuss\u00e3o em que s\u00e3o fornecidos os conceitos b\u00e1sicos; b) parte pr\u00e1tica \u2013 an\u00e1lise de pe\u00e7as e l\u00e2minas; c) parte te\u00f3rico-pr\u00e1tica \u2013 apresenta\u00e7\u00e3o e discuss\u00e3o de artigos cient\u00edficos pelos estudantes, eventualmente relacionados com seus projetos de trabalho.<\/p><p><strong>Programa :<\/strong><br \/>1. Conceitua\u00e7\u00e3o geral dos dist\u00farbios do crescimento e diferencia\u00e7\u00e3o celulares: hipotrofia, hipertrofia, hipoplasia, hiperplasia, metaplasia, displasia e neoplasia.<br \/>2. Caracter\u00edsticas gerais das neoplasia benignas e malignas.<br \/>3. Ciclo celular. Biologia do crescimento tumoral, angiog\u00eanese, gradua\u00e7\u00e3o, estadiamento tumorais e fatores progn\u00f3sticos.<br \/>4. Oncogenes.<br \/>5. Carcinogen\u00ease.<br \/>6. Propaga\u00e7\u00e3o e dissemina\u00e7\u00e3o das neoplasias.<br \/>7. Efeitos do tumor no hospedeiro (locais e sist\u00eamicos)<br \/>8. Diagn\u00f3stico laboratorial do c\u00e2ncer (m\u00e9todos histol\u00f3gicos e citol\u00f3gicos, imuno-histoqu\u00edmica, diagn\u00f3stico molecular, citometria de fluxo, marcadores tumorais).<\/p><p><strong>Referencias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p><p>KUMAR, ABBAS, FAUSTO. Robbins and Contran Pathologic Bases of Disease. Elsevier, 7th. ed. 2004.<\/p><p>BRASILEIRO FILHO, G. BOGLIOLO Patologia Geral. 2004, 3\u00aa. ed. Guanabara Koogan. Carmeliet P. Mechanisms of Angiogenesis and arteriogenesis. Nature Medicine 6(3): 389-395, 2000<\/p><p>Artigos cient\u00edficos variados pertinentes aos temas em discuss\u00e3o.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\"><br \/>CIR 875 Valida\u00e7\u00e3o de T\u00e9cnicas Cir\u00fargicas em Modelos Experimentais<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<\/p><p><strong>Professores:<br \/><\/strong>Marcelo Magaldi Ribeiro de Oliveira<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong><\/p><p>Objetivo:<br \/>Capacitar o aluno a pesquisar e desenvolver metodologia de valida\u00e7\u00e3o cient\u00edfica em modelos experimentais em t\u00e9cnica cir\u00fargica com possibilidade de interliga\u00e7\u00e3o \u00e0 cl\u00ednica cir\u00fargica de todas as subdivis\u00f5es das especialidades cir\u00fargicas<\/p><p>Justificativa:<br \/>Publica\u00e7\u00f5es em peri\u00f3dicos de alto impacto referente a modelos experimentais tem sido cada vez mais frequentes na literatura m\u00e9dica. A valida\u00e7\u00e3o destes simuladores \u00e9 uma etapa essencial para justificar o uso em larga escala. Diferentes metodologias podem ser aplicadas a este processo, cada uma atingindo um objetivo espec\u00edfico.<br \/>A correta aplica\u00e7\u00e3o da metodologia de valida\u00e7\u00e3o, ou sua correta interpreta\u00e7\u00e3o, \u00e9 um aspecto importante na pedagogia cir\u00fargica moderna.<\/p><p>Temas abordados na disciplina:<br \/>&#8211; Hist\u00f3ria da simula\u00e7\u00e3o em cirurgia<br \/>&#8211; Tipos de modelos de simula\u00e7\u00e3o<br \/>&#8211; Valida\u00e7\u00e3o de face<br \/>&#8211; Valida\u00e7\u00e3o de conte\u00fado<br \/>&#8211; Valida\u00e7\u00e3o construtiva<br \/>&#8211; Valida\u00e7\u00e3o concorrente<br \/>&#8211; Valida\u00e7\u00e3o preditiva<br \/>&#8211; Escala de valores de Likert<br \/>&#8211; Modelos estat\u00edsticos aplicados a valida\u00e7\u00e3o<br \/>&#8211; Valida\u00e7\u00e3o objetiva<br \/>&#8211; Valida\u00e7\u00e3o de habilidades adquiridas<\/p><p><strong>Bibliografia:<\/strong><\/p><p>1. Bath, J. and P. Lawrence, Why we need open simulation to train surgeons in an era of work-hour restrictions. Vascular. 19(4): p. 175-7, 2011<br \/>2. Delorme S, Laroche D, DiRaddo R, Del Maestro RF. NeuroTouch: a physics-based virtual simulator for cranial microneurosurgery training. Neurosurg Sep ; 71 (I Suppl Operative): 32-42, 2012<\/p><p>3. Hino, A., Training in microvascular surgery using a chicken wing artery. Neurosurg. 52(6): p. 1495-7; discussion 1497-8, 2003<\/p><p>4. Kwok JC, Huang W, Leung WC, Chan SK, Chan KY, Leung KM, et al.: Human placenta as an ex vivo vascular model for neurointerventional research. J Neurointerv Surg 6:394-9, 2014<\/p><p>5. Malone, H.R., Syed ON, Downes MS, D&#8217;Ambrosio AL, Quest DO, Kaiser MG., Simulation in neurosurgery: a review of computer-based simulation environments and their surgical applications. Neurosurg. 67(4): p. 1105-16, 2010<br \/>6. Oliveira MM, Araujo AB, Nicolato A, Prosdocimi A, Godinho JV, Valle AL, et Al., Face, Content, and Construct Validity of Brain Tumor Microsurgery Simulation Using a Human Placenta Model. Neurosurg. Sep 22. [Epub ahead of print], 2015<br \/>7. Partridge RW, Brown FS, Brennan PM, Hennessey IA, Hughes MA. The LEAPTM Gesture Interface Device and Take-Home Laparoscopic Simulators: A Study of Construct and Concurrent Validity. Surg Innov, Jul 14. pii: 1553350615594734. [Epub ahead of print] 2015<\/p><p>8. Ribeiro de Oliveira MM, Nicolato A, Santos M, Godinho JV, Brito R, Alvarenga A, et Al., Face, content, and construct validity of human placenta as a haptic training tool in neurointerventional surgery. J Neurosurg. Oct 9:1-7. [Epub ahead of print], 2015<br \/>9. Raymond, J., Salazkin I., Gevry G., Nguyen TN., Interventional neuroradiology: the role of experimental models in scientific progress. AJNR Am J Neuroradiol. 28(3): p. 401-5, 2007<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">ALO 802 Biomateriais e Intera\u00e7\u00e3o aos Tecidos M\u00fasculo-Esquel\u00e9ticos. <span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga hor\u00e1ria:<\/strong> 30 h<\/p><p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 02<\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<\/p><p><strong>Professores:<br \/><\/strong>Marco Ant\u00f4nio Percope de Andrade<br \/>T\u00falio Pinho Navarro<br \/>Luiz Eduardo Moreira Teixeira<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong><\/p><p>Objetivo:<br \/>Possibilitar ao aluno conhecimentos b\u00e1sicos e avan\u00e7ados da utiliza\u00e7\u00e3o de biomateriais como implantes m\u00e9dicos, a rea\u00e7\u00e3o tecidual e a biocompatibilidade dos diferentes implantes aos tecidos m\u00fasculo-esquel\u00e9ticos.<\/p><p>Conte\u00fado:<br \/>1- Fisiopatologia \u00f3ssea<br \/>2- Hist\u00f3rico do uso de implantes em ortopedia<br \/>3- Biocompatibilidade dos implantes met\u00e1licos<br \/>4- Biocompatibilidade dos pol\u00edmeros<br \/>5- Infec\u00e7\u00e3o associada aos implantes<br \/>6- Mecanismos de ades\u00e3o bacteriana aos biomateriais<br \/>7- Oste\u00f3lise periprot\u00e9tica<br \/>8- Propriedades dos enxertos \u00f3sseos<br \/>9- Enxertos heter\u00f3logos<br \/>10- Biocer\u00e2micas<\/p><p>M\u00e9todo:<br \/>Ser\u00e1 realizada na Faculdade de Medicina da UFMG.com aulas semanais de 03 horas por meio de exposi\u00e7\u00e3o te\u00f3rica, semin\u00e1rios, grupos de discuss\u00e3o e revis\u00e3o da literatura. Os recursos de ensino incluem quadro negro\/lousa, datashow, transpar\u00eancias, hipertextos, bibliotecas virtuais, internet, sites, teleconfer\u00eancias, v\u00eddeos, laborat\u00f3rios.<\/p><p>M\u00e9todo de avalia\u00e7\u00e3o:<br \/>Ser\u00e1 realizada por avalia\u00e7\u00e3o escrita ao final do est\u00e1gio e conceitua\u00e7\u00e3o que dever\u00e1 avaliar freq\u00fc\u00eancia, participa\u00e7\u00e3o nas atividades e integra\u00e7\u00e3o com os colegas e com o professor.<\/p><p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p><p>Teixeira, LEM.; Soares, GG; Teixeira, HC ; Takenaka, IKTM. ; Diniz, SOF. ; Andrade, MAP; Cardoso, VN.; Araujo, ID. Efficacy of 99mTc- labelled ceftizoxime in the diagnosis of subclinical infections associated with titanium implants in rats. Surgical Infections, v. 16, p. 352-357, 2015.<\/p><p>Katsokogianni M, Missirlis IF. Concise review of mechanisms of bacterial adhesion to biomaterials and to techniques used in estimating bacteria\u2013material interaction. Eur Cell Mater 2004;8:37\u201357.<\/p><p>Athanasou NA.The pathobiology and pathology of aseptic implant failure.Bone Joint Res. 2016 May;5(5):162-8.<\/p><p>Rakow A, Schoon J, Dienelt A, John T, Textor M, Duda G, et al. nfluence of particulate and dissociated metal-on-metal hip endoprosthesis wear on mesenchymal stromal cells in vivo and in vitro.Biomaterials. 2016 Apr 26;98:31-40.<\/p><p>Guda T, Appleford M, Oh S, Ong JL. Curr Top Med Chem. 2008;8(4):290-9. A cellular perspective to bioceramic scaffolds for bone tissue engineering: the state of the art.<\/p><p>Nandi SK, Roy S, Mukherjee P, Kundu B, De DK, Basu D. Orthopaedic applications of bone graft &amp; graft substitutes: a review. Indian J Med Res. 2010 Jul;132:15-30.<\/p><p>Simion M, Fontana F. Autogenous and xenogeneic bone grafts for the bone regeneration. A literature review. Minerva Stomatol. 2004 May;53(5):191-206.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">CIR 843 Aspectos Imunit\u00e1rios e  Inflamat\u00f3rios da Rejei\u00e7\u00e3o<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga Hor\u00e1ria:<\/strong> 30 h<\/p><p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 2<\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Optativa<\/p><p><strong>Professor:<\/strong> Andy Petroianu<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong> Tem como objetivo o estudo dos mecanismos celulares e moleculares na resposta imunit\u00e1ria aos transplantes de \u00f3rg\u00e3os e tecidos. Aborda o papel do sistema imunol\u00f3gico, a fun\u00e7\u00e3o de interleucinas e do fator de necrose tumoral na resposta org\u00e2nica aos transplantes e mecanismo de a\u00e7\u00e3o dos f\u00e1rmacos imunos supressores. Ser\u00e1 realizada avalia\u00e7\u00e3o escrita e conceitua\u00e7\u00e3o que dever\u00e1 considerar freq\u00fc\u00eancia, participa\u00e7\u00e3o nas atividades e integra\u00e7\u00e3o com os colegas e professor.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">CIR 855 &#8211; Bases anat\u00f4micas da microcirurgia da cabe\u00e7a<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga Hor\u00e1ria:<\/strong> 30h<br \/><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 02<\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<\/p><p><strong>Professores:<\/strong><br \/>Marcelo Magaldi Ribeiro de Oliveira<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong><br \/>Estudo da micro-anatomia topogr\u00e1fica da cabe\u00e7a com o objetivo de permitir a visualiza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es entre as diferentes estruturas do sistema nervoso central. O curso ser\u00e1 administrado por meio de demonstra\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as anat\u00f4micas em v\u00eddeo acoplado atrav\u00e9s de c\u00e2mera ao microsc\u00f3pico anat\u00f4mico e complementado com atividade pr\u00e1tica no laborat\u00f3rio de anatomia da cabe\u00e7a.<br \/><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p><p>Seeger W. Atlas of topographical anatomy of the brain and surrounding structures. Wien: Springer-verlag, 1978<br \/>Testut L. Jacob \u00ba Trait\u00e9 d&#8217;anatomie topographique. Paris: Gaston Doin Editeurs, 1929.<br \/>Yasargil MG. Microneurosurgery Stuttgart: Thieme Vierlag. 1994.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">CIR 857 &#8211; Planejamento de estudos experimentais<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga Hor\u00e1ria:<\/strong>\u00a060h<br \/><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong>\u00a04<\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<\/p><p><strong>Professor:<\/strong><br \/>Ivana Duval de Ara\u00fajo<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong><br \/>A disciplina tem como objetivo discutir as bases para a realiza\u00e7\u00e3o da pesquisa experimental. Ser\u00e3o discutidos temas como a escolha do animal mais adequado, o controle dos animais no biot\u00e9rio, o desenho experimental, o instrumental adequado, as particularidades das t\u00e9cnicas cir\u00fargicas e anest\u00e9sicas, o n\u00famero amostral recomendado, o tipo de an\u00e1lise estat\u00edstica e as normas \u00e9ticas que regem esse tipo de estudo.<\/p><p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p><p>MORAES, I.N. Elabora\u00e7\u00e3o da pesquisa cient\u00edfica. 3\u00ba Edi\u00e7\u00e3o. Rio de Janeiro, Livraria Atheneu Editora,1990.<\/p><p>OLIVEIRA, T.F.R. Pesquisa biom\u00e9dica. 1\u00ba Edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo, Livraria Atheneu Editora, 1995.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\"> APM 848 &#8211; Imuno-Histoqu\u00edmica B\u00e1sica e Aplicada<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga Hor\u00e1ria:<\/strong> 30h<br \/><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 02<\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<\/p><p><strong>Professor:<\/strong><br \/>Indicado pela Patologia.<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong><br \/>Trata-se de disciplina instrumental que tem a finalidade de fornecer conceitos b\u00e1sicos do m\u00e9todo imuno-histoqu\u00edmico e suas aplica\u00e7\u00f5es em pesquisa e diagn\u00f3stico. Inclui uma parte te\u00f3rica onde s\u00e3o discutidos os conceitos e etapas do processamento t\u00e9cnico e uma parte pr\u00e1tica de laborat\u00f3rio onde os alunos testam rea\u00e7\u00f5es completas, diferentes t\u00e9cnicas de processamento do tecido, e an\u00e1lise das rea\u00e7\u00f5es.<\/p><p><strong>Programa:<\/strong><br \/>O curso constar\u00e1 de bases te\u00f3ricas e pr\u00e1tica de laborat\u00f3rio incluindo os seguintes t\u00f3picos:<br \/>1-Fixa\u00e7\u00e3o de tecidos: Ci\u00eancia b\u00e1sica sobre mecanismos de fixa\u00e7\u00e3o tecidual. Sele\u00e7\u00e3o de fixadores: tipos, mistura e rela\u00e7\u00e3o com os ant\u00edgenos utilizados. Condi\u00e7\u00f5es de fixa\u00e7\u00e3o: m\u00e9todo de fixa\u00e7\u00e3o, concentra\u00e7\u00e3o, pH, temperatura e tempo.<br \/>2-Processamento dos tecidos: Autom\u00e1tico X Manual. Temperatura de emblocamento em parafina. Corte dos blocos e ades\u00e3o dos cortes em l\u00e2minas.<br \/>3-Colora\u00e7\u00e3o de fundo e rea\u00e7\u00f5es inespec\u00edficas: Liga\u00e7\u00f5es inespec\u00edficas com prote\u00ednas teciduais (for\u00e7as eletrost\u00e1ticas). Atividades das peroxidase e biotina end\u00f3genas. Procedimentos de bloqueio. Reatividade cruzada com imunoglobulinas end\u00f3genas em tecido animal.<br \/>4-Avaliando os resultados: Conhecimento das faixas de reatividade do tecido normal e anormal. Express\u00e3o heterog\u00eanea de ant\u00edgenos por tumores: real ou artificial. Controles indicados.<br \/>5-Imuno-histoqu\u00edmica em c\u00e2ncer de mama: Painel dos anticorpos mais utilizados\/finalidade e apresenta\u00e7\u00e3o de casos.<\/p><p><strong> Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><br \/>ALVES VAF, BACCHI CE, VASSALO J. Manual de Imuno-histoqu\u00edmica. Sociedade Brasileira de Patologia. S\u00e3o Paulo. 1999.<\/p><p>LEHR H\u00c1 ET AL. Quantitative evaluation of Her-2-neu status in breast cancer by fluorescent in situ hybridization and by immunohistochemistry with image analysis. Am J Clin Pathol 115 (6): 814-22, 2001.<\/p><p>MILLER RT, SWANSON PE , WICK MR Fixation and epitope retrieval in diagnostic immunohistochemistry: a concise review with practical considerations. CD-Rom XXIII Congresso Brasileiro de Patologia (2001)<\/p><p>Appl Immunohistochem Mol Morphol Sep;8(3):228-35, 2000.<\/p><p>WESTER K ET AL. Paraffin section storage and immunohistochemistry. Applied Immunohistochemistry and molecular morphology. 81(1): 61-70, 2000.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\"> CIR 877 Introdu\u00e7\u00e3o \u00e0 Imagem Molecular<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga Hor\u00e1ria:<\/strong> 30 h<br \/><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 02<br \/><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<br \/><strong>Professor:\u00a0<\/strong>Marcelo Henrique Mamede Lewer<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong> Tem como objetivo apresentar os conceitos b\u00e1sicos de imagem molecular e suas correla\u00e7\u00f5es com a anatomia. A disciplina dar\u00e1 apoio \u00e0s seguintes linhas de pesquisa: 1) Bases Moleculares e Fisiopatol\u00f3gicas de Neoplasias e 2) Correla\u00e7\u00e3o entre Imagem, Morfologia e Fisiopatologia Cir\u00fargicas. \u00c9 constitu\u00edda por aulas te\u00f3ricas voltadas ao conhecimento da imagem molecular e suas correla\u00e7\u00f5es com a anatomia sist\u00eamica. As aulas ser\u00e3o realizadas na Faculdade de Medicina da UFMG com 02 horas de dura\u00e7\u00e3o semanal. A exposi\u00e7\u00e3o te\u00f3rica ser\u00e1 seguida por grupo de discuss\u00e3o, contextualizando os projetos de pesquisas relacionados aos temas expostos. Os alunos participar\u00e3o apresentando seus projetos de pesquisa seguidos por discuss\u00e3o. Os recursos de ensino incluem datashow, bibliotecas virtuais, internet, sites, teleconfer\u00eancias, v\u00eddeos, laborat\u00f3rios.O conceito \u00e9 baseado em avalia\u00e7\u00e3o escrita ao final da disciplina, considerando, ainda, frequ\u00eancia, participa\u00e7\u00e3o nas atividades e integra\u00e7\u00e3o com os colegas e com o professor.<\/p><p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><br \/>Manual de T\u00e9cnicas em Resson\u00e2ncia Magn\u00e9tica. Editores: Fernanda Ferreira e Marcelo Nacif. Rio de Janeiro \u2013 Editora Rubio, 2011.<br \/>Oncologia Molecular. Editores: Carlos Gil Ferreira, Jos\u00e9 Cl\u00e1udio Rocha. 2\u00aa Edi\u00e7\u00e3o. S\u00e3o Paulo. Editora Atheneu, 2010.<br \/>PET e PET\/CT em Oncologia. Editores: Celso Dario Ramos, Jos\u00e9 Soares J\u00fanior. S\u00e3o Paulo. Editora Atheneu, 2011<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\"> CIR 840  Neurotransmiss\u00e3o em Anestesiologia<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga Hor\u00e1ria:<\/strong> 30 h<br \/><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 02<br \/><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<br \/><strong>Professor:<\/strong> Renato Santiago Gomez<br \/><strong>Ementa:<\/strong><br \/>O objetivo da disciplina \u00e9 estudar o mecanismo de a\u00e7\u00e3o dos anest\u00e9sicos gerais e sua interfer\u00eancia na libera\u00e7\u00e3o de neurotransmissores do sistema nervoso central e perif\u00e9rico. Ser\u00e3o discutidos os fatores que interferem na neurotransmiss\u00e3o excitat\u00f3ria e inibit\u00f3ria e, atrav\u00e9s de peri\u00f3dicos de revis\u00e3o, o conhecimento atual em rela\u00e7\u00e3o aos efeitos dos anest\u00e9sicos gerais na neurotransmiss\u00e3o. O mecanismo celular e molecular da anestesia ser\u00e1 abordado, especificamente, a a\u00e7\u00e3o dos anest\u00e9sicos em canais de s\u00f3dio, pot\u00e1ssio, c\u00e1lcio como tamb\u00e9m, a concentra\u00e7\u00e3o intracelular de segundo mensageiros (c\u00e1lcio, prote\u00edna quinase, etc).<\/p><p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p><p>1. Fernandes F. Bases Farmacol\u00f3gicas da Anestesia. Rev. Bras. Anest., 44:3-12, 1994.<br \/>2. Griffiths R, Norman, RI. Effects of anaesthetics on uptake, synthesis and release of transmitters. Br. J. Anaesth., 71:96-107, 1993<br \/>3. Hudson RJ. Basic principles of clinical pharmacology, em: Barash PG, Cullen BF, Stoelting RK, Clinical Anesthesia, 3rd Ed, Philadelphia, Lippincott-Raven, 1997; 221-242.<br \/>4. Rang HP, Dale MM, Ritter JM. Farmacologia, Quarta Edi\u00e7\u00e3o, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2001; 2-77.<br \/>5. Schwinn, DA, Leslie JB, Watkins WD. Princ\u00edpios B\u00e1sicos de Farmacologia e Anestesia, em: Miller RD, Anestesia, Terceira edi\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Paulo, Artes M\u00e9dicas, 1993; 27-50<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">CIR 878 &#8211;  Challenging the evidences of science in surgery<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga-hor\u00e1ria:<\/strong> 30h<\/p><p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 02<\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<\/p><p><strong>Professores:<\/strong><br \/>Maria Isabel Toulson Davisson Correia<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong> The focus of the current discipline relies on the importance of acknowledging quality in Science. There are more than one million papers published every year in Pubmed, which represent an overload of information, not necessarily of good quality and, reproducible. Most graduate curricula cover very little topics\/disciplines on the scientific method and the adequate techniques to carry out proper Science. Therefore, it is not surprising that both post-graduate students and healthcare professionals face the dilemma of choosing which manuscripts they should rely on, to either support their research or clinical practice. Furthermore, the deluge of meta-analysis and systematic reviews falsely give an idea that if &#8220;when in doubt&#8221; rely on this type of article to have a better decision making, not considering that the latter may also be of low quality and may represent wrong Science. Thus, this discipline will focus on the aspects as mentioned earlier.<\/p><p>To discuss how to critically assess the literature in regards to the scientific method and what the evidence in healthcare is.<\/p><p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<br \/><\/strong>&#8211; An Introduction To Logic And Scientific Method Kindle Edition by Morris F. Cohen<br \/>&#8211; The elements of style\u201d, de E.B. White, 1959<br \/>&#8211; Knowledge translation in healthcare: moving from evidence to practice by Sharon Straus and Jacqueline Tetroe<br \/>&#8211; When science goes wrong: twelve tails from the dark side of discovery by Simon LeVay<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">CIR 879 &#8211; Est\u00e1gio Doc\u00eancia<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Carga-hor\u00e1ria:<\/strong> 60h<\/p><p><strong>Cr\u00e9ditos:<\/strong> 04<\/p><p><strong>Natureza:<\/strong> Optativa M e D<\/p><p><strong>Professores:<br \/><\/strong>Vivian Resende<br \/>Marco Ant\u00f4nio Gon\u00e7alves Rodrigues<\/p><p><strong>Ementa:<\/strong> Esta disciplina tem como objetivo permitir ao aluno a participa\u00e7\u00e3o em atividades de doc\u00eancia no Ensino Superior e adquirir habilidades e compet\u00eancias na rela\u00e7\u00e3o da teoria\/pr\u00e1tica, al\u00e9m da sistematiza\u00e7\u00e3o dos elementos e sub-processos de ensino. Permitir\u00e1 ao aluno exercitar experi\u00eancia docente por meio de procedimentos did\u00e1tico-metodol\u00f3gicos no Ensino Superior sob supervis\u00e3o de um docente.<\/p><p><strong>Objetivo:<\/strong> Um dos objetivos do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Ci\u00eancias Aplicadas \u00e0 Cirurgia e Oftalmologia \u00e9 o de formar pesquisadores com perfil docente. Neste contexto, essa disciplina se justifica para incentivar os discentes a ingressarem na carreira acad\u00eamica.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\">CIR 881 &#8211; T\u00f3picos em Ci\u00eancias Aplicadas a Cirurgia e Oftamologia<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><\/p><p><strong>Coordenador:<\/strong>\u00a0Designado de acordo com o tema de cada T\u00f3pico.<\/p><p><strong>Objetivo:<\/strong>\u00a0O objetivo desta disciplina \u00e9 promover a diversidade e novas experi\u00eancias aos discentes por meio de t\u00f3picos espec\u00edficos que ser\u00e3o ofertados de acordo com a \u00e1rea de dom\u00ednio dos docentes do Programa, provenientes de diferentes especialidades cir\u00fargicas.<\/p><p><strong>Conte\u00fado:<\/strong>\u00a0Os temas dos T\u00f3picos dever\u00e3o contemplar as Linhas de Pesquisa do Programa ao longo de cada semestre.<\/p><p><strong>M\u00e9todo:<\/strong>\u00a0Os T\u00f3picos ser\u00e3o realizados no formato n\u00e3o presencial ou presencial na Faculdade de Medicina da UFMG, com 04 horas de dura\u00e7\u00e3o por semana. Cada semestre, diferentes docentes do Programa ser\u00e3o respons\u00e1veis pela organiza\u00e7\u00e3o da disciplina de acordo com sua \u00e1rea de atua\u00e7\u00e3o, enfatizando o di\u00e1logo multidisciplinar. Os recursos de ensino incluem datashow, bibliotecas virtuais, internet, sites, teleconfer\u00eancias, v\u00eddeos e laborat\u00f3rios.<\/p><p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong>\u00a0A definir de acordo com o tema de cada T\u00f3pico.<\/p><p><\/p><\/div><\/div><div class=\"otw-sc-toggle\"><h3 class=\"toggle-trigger widget-title closed\"> CIR 882 &#8211; International Workshop in Sugery<span class=\"icon\"><\/span><\/h3><div class=\"toggle-content\"><p><br \/>CARGA HOR\u00c1RIA: 30 HORAS<br \/>CR\u00c9DITOS: 02<br \/>NATUREZA: OPTATIVA M E D<\/p><p><strong>Coordinator:<\/strong>\u00a0According to the subject of the workshop each semester.<\/p><p><strong>Objective:<\/strong>\u00a0Promote the internationalization and diversity of the Postgraduate Program and offer new experiences to our students through specific topics that will be offered according to the area of activity of the Postgraduate Program mentors who are inserted in an international collaboration network within the scope of their different surgical specialties.<\/p><p><strong>Contents:<\/strong>\u00a0The subjects of the Workshops should include the Research Lines of the Postgraduate Program throughout each semester.<\/p><p><strong>Method:<\/strong>\u00a0The Workshop will be held in a non-presential or in-person format at the Faculty of Medicine of UFMG, with a duration of 04 hours per week. The Professors of the Postgraduate Program will be responsible for organizing the discipline according to their area of expertise, emphasizing the internationalization process of our Postgraduate Program. During each workshop, students will be selected according to the proposed subject and will present their research projects to the international invited professor, followed by discussion.<\/p><p><strong>References:<\/strong>\u00a0To be defined according to the subject of each Workshop.<\/p><p><\/p><\/div><\/div>\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/div>\n\t\t\t\t\t<\/div>\n\t\t<\/section>\n\t\t\t\t<\/div>\n\t\t","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quadro de disciplinas Disciplinas de apoio \u00e0s linhas de pesquisa Disciplinas de n\u00facleo central<\/p>\n","protected":false},"author":17,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"footnotes":""},"class_list":["post-45","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/cpgcirurgiaoft\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/45","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/cpgcirurgiaoft\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/cpgcirurgiaoft\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/cpgcirurgiaoft\/wp-json\/wp\/v2\/users\/17"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/cpgcirurgiaoft\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=45"}],"version-history":[{"count":126,"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/cpgcirurgiaoft\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/45\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1535,"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/cpgcirurgiaoft\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/45\/revisions\/1535"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/cpgcirurgiaoft\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=45"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}