Mutirão é promovido por alunos do Internato nos munícipios de Cabo Verde e Guaranésia

Mutirão aconteceu entre os dias 19 e 21 de junho


25 de junho de 2024 - , , , ,


Pelo município de Guaranésia: Ana Elisa, Helena, Sílvia, Simone, Eliana, Maria Francisca, Ivone, Ana Maria (coordenadora da APS), Prefeito Laércio Cintra. Pelo Projeto oftalmo/endócrino: academicos/as Camilla, Mariana, Sofia, Isabela, Maurício. Pelo Internato Rural: prof Rubió, acadêmicos Luiz Gustavo, Moisés, Thalles e Vinícius. Foto: Arquivo Pessoal

Alunos do curso de medicina da UFMG realizaram, nos dias 19, 20 e 21 de junho, mutirão para coleta de dados do estudo multicêntrico de prevalência de retinopatia diabética e doença renal no município de Cabo Verde e Guaranésia, Minas Gerais. A iniciativa é uma atividade importante para o atendimento à atenção primária e também na formação dos acadêmicos.

O mutirão é uma parceria dos munícipios em convênio do Internato Rural da Medicina da UFMG, com parceria da Oftalmologia e Endocrinologia da Faculdade e conta com a participação da Telessaúde do HC/UFMG, responsável pelos laudos de retinografias.

Durante a ação, são realizados quatro exames: dosagem de albuminúria, albuminúria, creatinina, dosagem de hemoglobina glicada e de glicosemia, glicose no sangue. Esses quatro exames são feitos juntamente com a retinografia, com retinógrafo portátil.

Equipe do Mutirão no Munícipio de Guaranésia. Foto: Arquivo Pessoal

O mutirão contou com cinco acadêmicos do internato rural da Medicina da UFMG, sendo uma delas é das Ciências Médicas e estagiária do projeto. O projeto foi supervisionado pelos professores do Departamento de Medicina Preventiva e Social, Geraldo Cury e Francisco Rubió.  

Além disso, a ação contou com a presença dos gestores dos municípios, o Secretário de Saúde de Cabo Verde, Ademir Coutinho; o prefeito, Cláudio Antônio Palma e Vice, Marcelo Batista de Figueiredo.

“Deve ser destacada a participação dos gestores dos municípios, valorizando-os por fazerem parte de um momento da maior importância para os acadêmicos de medicina da UFMG, em seu 11º período, quando exercem suas atividades na Estratégia Saúde da Família, com o apoio de um professor supervisor da Faculdade, mas com a participação de um preceptor local voluntário e o apoio de toda uma equipe de saúde e do próprio prefeito da cidade”, pontua o professor Francisco Rubió.