{"id":427,"date":"2014-02-07T19:18:11","date_gmt":"2014-02-07T19:18:11","guid":{"rendered":"http:\/\/observaped.new\/2014\/02\/07\/albinismo-e-raro-e-exige-cuidados-ao-sol\/"},"modified":"2014-02-07T19:18:11","modified_gmt":"2014-02-07T19:18:11","slug":"albinismo-e-raro-e-exige-cuidados-ao-sol","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/observaped\/albinismo-e-raro-e-exige-cuidados-ao-sol\/","title":{"rendered":"Albinismo \u00e9 raro e exige cuidados ao sol"},"content":{"rendered":"<p>Programa de r\u00e1dio apresenta s\u00e9rie sobre caracter\u00edsticas do corpo que s\u00e3o causadas por altera\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas, end\u00f3crinas ou ambientais<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>  <!--more-->  <\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00c9 comum que as pessoas notem um portador de albinismo. Suas caracter\u00edsticas f\u00edsicas s\u00e3o marcantes, visto que pele, olhos e cabelos s\u00e3o incolores. Por\u00e9m, pouco se sabe sobre essa condi\u00e7\u00e3o e a melhor forma de lidar com ela. Incur\u00e1vel e de origem cong\u00eanita, o albinismo se manifesta atrav\u00e9s de um gene autoss\u00f4mico recessivo que preci<img decoding=\"async\" class=\" alignleft size-full wp-image-426\" src=\"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/wp-content\/uploads\/sites\/37\/2014\/02\/albinismo.jpg\" border=\"0\" width=\"197\" height=\"179\" align=\"left\" style=\"float: left;margin: 10px\" \/>sa estar em dose dupla \u2013 tanto a m\u00e3e quanto o pai devem transmitir o gene.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u201cTodas as pessoas que s\u00e3o sadias possuem pelo menos um gene de doen\u00e7a autoss\u00f4mica recessiva alterada. Elas s\u00e3o sadias porque herdaram do pai ou da m\u00e3e um gene normal\u201d, explica o professor do Departamento de Pediatria e vice-diretor do N\u00facleo de A\u00e7\u00f5es e Pesquisa em Apoio Diagn\u00f3stico (Nupad) da Faculdade de Medicina da UFMG, Marcos Aguiar.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Desta forma, mesmo que o indiv\u00edduo tenha o gene recessivo que gera o albinismo, ela pode n\u00e3o desenvolver a condi\u00e7\u00e3o se herdar um gene dominante saud\u00e1vel. \u201cQuando acontece a coincid\u00eancia do pai e da m\u00e3e possu\u00edrem esse gene recessivo alterado, existe a possibilidade de o filho herdar os dois genes e desenvolver o albinismo, mesmo que os pais sejam saud\u00e1veis\u201d, completa Marcos Aguiar.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O tipo mais comum de albinismo \u00e9 causado pela aus\u00eancia de tirozina, enzima respons\u00e1vel pela produ\u00e7\u00e3o da melanina, subst\u00e2ncia que d\u00e1 cor \u00e0 pele, olhos e cabelo. Essa defici\u00eancia leva o albino a ser mais suscet\u00edvel \u00e0 luz ultravioleta. \u201cOs portadores de albinismo t\u00eam uma dificuldade maior de enxergar durante o dia, pois sua retina tamb\u00e9m \u00e9 muito clara. Por isso, ele n\u00e3o se adapta tanto \u00e0 luz solar\u201d, esclarece o professor.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a exposi\u00e7\u00e3o prolongada ao sol pode trazer outras complica\u00e7\u00f5es ao albino. \u201c\u00c9 poss\u00edvel que aconte\u00e7am muta\u00e7\u00f5es relacionadas ao surgimento do c\u00e2ncer de pele\u201d, ressalta Aguiar. O professor ainda comenta que, al\u00e9m do uso do protetor solar, o indiv\u00edduo deve priorizar vestimentas de manga comprida, chap\u00e9us e \u00f3culos escuros.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Tema da semana<\/strong><\/p>\n<p>Para saber mais sobre o albinismo e outras caracter\u00edsticas do corpo, como sardas, baixa estatura e gigantismo, acompanhe a programa\u00e7\u00e3o a seguir, que conta com depoimentos de especialistas da UFMG:<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Albinismo \u2013 <\/strong>segunda-feira (10\/02\/14)<\/p>\n<p><strong>Baixa Estatura \u2013<\/strong> ter\u00e7a-feira (11\/02\/14)<\/p>\n<p><strong>Gigantismo e Acromegalia \u2013 <\/strong>quarta-feira (12\/02\/14)<\/p>\n<p><strong>Sardas \u2013<\/strong> quinta-feira (13\/02\/14)<\/p>\n<p><strong>Heterocromia da \u00edris \u2013<\/strong> sexta-feira (14\/02\/14)<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>O Sa\u00fade com Ci\u00eancia \u00e9 produzido pela Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o Social da Faculdade de Medicina da UFMG e tem a proposta de informar e tirar d\u00favidas da popula\u00e7\u00e3o sobre temas da sa\u00fade. De segunda a sexta-feira, \u00e0s 5h, 8h e 18h, ou\u00e7a o programa na r\u00e1dio UFMG Educativa, 104,5 FM. Ele ainda \u00e9 veiculado em 37 emissoras de r\u00e1dio de Minas Gerais e Paran\u00e1. Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel conferir as edi\u00e7\u00f5es pelo site do <a href=\"..\/radio\/index.php\" target=\"_blank\">Sa\u00fade com Ci\u00eancia<\/a>.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"text-align: right\"><a href=\"..\/noticias\/?p=35813\" target=\"_blank\">Assessoria de Comunica\u00e7\u00e3o Social da Faculdade de Medicina da UFMG<br \/>jornalismo@medicina.ufmg.br<br \/><\/a><\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Programa de r\u00e1dio apresenta s\u00e9rie sobre caracter\u00edsticas do corpo que s\u00e3o causadas por altera\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas, end\u00f3crinas ou ambientais \u00a0<\/p>\n","protected":false},"author":23,"featured_media":426,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[36],"tags":[],"class_list":["post-427","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-diversos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/observaped\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/427","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/observaped\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/observaped\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/observaped\/wp-json\/wp\/v2\/users\/23"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/observaped\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=427"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/observaped\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/427\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/observaped\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/observaped\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=427"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/observaped\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=427"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.medicina.ufmg.br\/observaped\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=427"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}