Mesa discute a relação entre a catástrofe de Mariana e trabalhador
25/jul/2017

Da esquerda para a direita: Mário Parreiras, Francisco Lima, Eugenio Diniz e Renata Antipoff. Foto: Carol Morena
Mesa-redonda fez parte da programação da 69ª Reunião Anual da SBPC, que aconteceu entre os dias 16 e 22 de julho na UFMG.
Depois daquele 5 de novembro de 2016, inúmeras pessoas tiveram suas rotinas alteradas de diferentes modos após o rompimento da barragem de rejeitos de Fundão, em Mariana, Minas Gerais. Dentre elas, pesquisadores que debateram as controvérsias científicas e a aprendizagens sociais geradas pela catástrofe, em mesa-redonda ontem, 20 de julho, durante a 69ª Reunião Anual da SBPC.
O rompimento da barragem de mineração da empresa Samarco liberou mais de 90 milhões de toneladas de rejeitos, como afirma o membro do Observatório de Saúde do Trabalhador da Faculdade de Medicina da UFMG (Osat) e auditor-fiscal do trabalho, Mário Parreiras. Fazendo uma retrospectiva sobre o modo de construção da barragem e os problemas estruturais encontrados, a partir de dados de um estudo técnico coordenado por ele, Parreiras demonstrou que apenas quatro meses após o início da deposição de rejeitos, em 2008, a barragem começou a apresentar um processo erosivo interno.
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