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Cidades

Araçuaí

Araçuaí é um importante centro comercial e educacional no Vale do Jequitinhonha, em Minas Gerais, com uma história de origem singular. A cidade nasceu de um povoado fundado por canoeiros que se mudaram para a região em busca de liberdade de uma aldeia vizinha controlada por um padre autoritário.

No passado, Araçuaí foi um polo de grande influência, servindo como capital do Nordeste mineiro e ponto final da famosa Estrada de Ferro Bahia e Minas, extinta em 1966. Após um período de declínio, a cidade se reergueu como um centro regional.

Recentemente, ganhou notoriedade nacional ao registrar a temperatura mais alta do Brasil durante a onda de calor de novembro de 2023.

Atrações: Museu de Araçuaí, Barra do Pontal

Baldim

Baldim é um hospitaleiro destino de vivências rurais localizado na região metropolitana de BH e na Região Turística da Serra do Cipó.

Conhecida como a “cidade do doce” os moradores de Baldim carregam o apreço pelo típico doce mineiro (aquele com sabor de casa de vó) sendo possível encontrar na cidade mais de 39 produtores artesanais, além de 4 fábricas que produzem desde o famoso doce de leite, até cocadas, doces de amendoim e doces de frutas. A tradicional Festa do Doce é uma deliciosa oportunidade para degustar todas as iguarias baldinenses em um só lugar! Mas não se engane, não é apenas de doce que vive Baldim. Com mais de 10 opções de vivências turísticas envolvendo doces, queijos, cachaças, cervejas, entre outros, o destino mantém vivos os hábitos tipicamente mineiros e os vínculos saudáveis com a terra.


Atrações culturais: Guarda de Nossa Senhora do Rosário Estrela Guia
Lazer: Ginásio Poliesportivo de Baldim

Bonfim

Bonfim, terra Mineira, terra do Carnaval a Cavalo, da Bucha Vegetal e do Festival Gastronômico Sabores de Bonfim. Terra de gente amiga, que gosta de receber as pessoas, terra da grande festa do Senhor do Bonfim. Mantém o que há de melhor nas pequenas e históricas cidades mineiras: suas fortes raízes, suas tradições, o artesanato, a religiosidade, a música e a amizade que cresce nas rodas de conversa e causos com amigos e família. Na economia, a cidade começa a crescer através do turismo e destaca-se pelo cultivo da terra e dos animais. O antigo nome da cidade, quando vila, por volta de 1839, foi “Rocinha”. O nome Bonfim veio em 1860, uma homenagem ao Nosso Senhor do Bonfim. Bonfim é sinônimo de paz. O ar puro que circula entre as casas, casarões e fazendas históricas deixa o turista mais próximo de si mesmo.

A tradicional banda de música é um dos orgulhos de Bonfim. Umas das mais antigas bandas de Minas Gerais, a Corporação Musical Padre Trigueiro dá o tom nos momentos e eventos mais importantes da cidade. É ao som da Havaneira Bonfinense, apresentada pelos músicos, que o desfile do Carnaval a Cavalo fica mais emocionante. O silêncio da maravilhosa cidade é interrompido durante o majestoso evento. É a maior festa da cidade, para orgulho e satisfação dos bonfinenses.

Atrações: Santuário do Bonfim e Cachoeira de Macaubas
Lazer: Praça do Rosário e Praça José de Freitas Marques

Buenópolis

Localizado entre as Serras de Minas (Serra do Cabral e do Espinhaço), em Buenópolis o urbano e o natural são retratados em harmonia. Destacam-se as manifestações culturais, as tradições do povo mineiro e os costumes ainda conservados, vividos e contados em um cenário magnífico. A cidade é famosa por suas cachoeiras e produção de cachaça.

A Serra do Cabral é um divisor de águas do Rio das Velhas e Rio Jequitaí. Fica em um maciço montanhoso isolada do resto da Serra do Espinhaço. A Serra conta com fauna e flora peculiares e pontos com altitudes que chegam a 1.500 metros. Possui também importantes conjuntos de sítios arqueológicos com representações peculiares, principalmente pinturas rupestres, que são observadas na região. O diferencial da Serra está nas fontes de águas termais localizadas no Distrito de Curimataí, onde se encontra o Parque das Águas Quentes. Possui ainda, dois parques em áreas de preservação tombadas pelo UNESCO, classificados como ‘’Reservas da Biosfera’’ – o Parque Nacional das Sempre Vivas e o Parque Estadual da Serra do Cabral.

Atrações: Engenho do Condado, Casarão, Igreja Matriz, Conjunto Arquitetônico de Curimataí, Cachoeiras, Balneário do Riachão

Cabo Verde

A cidade de Cabo Verde, conhecida como Cidade do Café, tem no grão o seu principal atrativo. Considerado um dos melhores do país, o café de Cabo Verde é aproveitado no artesanato, na produção de licores, doces e balas. Da madeira do café são feitos móveis e outros objetos, com trabalho de marchetaria. Um programa imperdível é uma visita a uma das fazendas de café da região para conhecer a produção especial dos grãos.

Atrações: Igreja Matriz, Monumento Cruzeiro, Cachoeira do River Bar, Pico do Mirante

Cardeal Mota
(Distrito de Santana do Riacho)

Serra do Cipó é o distrito que serve como principal acesso ao Parque Nacional da Serra do Cipó, em Minas Gerais. Antigamente conhecido como Cardeal Mota, o local é um dos destinos de ecoturismo mais importantes do estado.

Famoso por sua natureza exuberante e uma das maiores biodiversidades do mundo, o distrito atrai visitantes com suas inúmeras cachoeiras de águas cristalinas, trilhas, cânions e montanhas. Cortado pela rodovia MG-010, possui excelente infraestrutura turística, com pousadas e restaurantes, sendo o ponto de partida ideal para explorar a região. 

Carmo da Mata

Abriga, desde 1950, a empresa Georges Broemmé Aromas e Fragrâncias Ltda, fundada pelo casal russo Vera Broemmé von der Launitz e Georges Broemmé. O município também abriga importantes monumentos arquitetônicos em seu centro urbano e no campo, onde ainda permanecem edificações de estilo colonial. A religiosidade e a cultura são pulsantes em Carmo da Mata, que mantém importantes festas religiosas e profanas centenárias.

Há 15 quilômetros do centro histórico encontra-se o “Quilombo”, povoação de origem negra que, além da cachaça fabricada no local e da gastronomia característica de Minas Gerais, tem como pontos turísticos duas cachoeiras: uma chama-se “Cachoeira do Zé do Mané” e a outra “Laje do Osório”.

Carmo da Mata sedia o maior Acervo Particular de Carros e Relógios Antigos de Minas Gerais e fazendas seculares que cultivam a terra e empreendem em produção de alimentos e destilados, através de técnicas artesanais em monjolos, alambiques e engenhos. O bioma do município é riquíssimo. Seu patrimônio natural é propício à prática de esportes de aventura.

Atrações: Garagem do Automóvel, imagem de Sant’ana, Cachoeira da Forquilha, Morro do Cuiabá – Rampa dos Periquitos.

Conceição da Barra de Minas

A religiosidade e o preservado patrimônio histórico das Igrejas Matriz de Nossa Senhora da Conceição, Nossa Senhora do Rosário e Santo Antônio são marcos da memória do município. Além de casarões preservados. Atualmente, iniciativas voltadas para potencializar as tradições locais posicionam a cidade para o turismo. Transformando a tranquilidade de Conceição da Barra de Minas em atratividade turística, valorizando o dia a dia de uma típica cidade do interior mineiro. Podemos destacar também o rico artesanato em papel marchê que se tornou cartão de visitas para o município. Os ateliês instalados em diferentes pontos da cidade já despertam o interesse dos visitantes com uma variada produção de objetos utilitários e decorativos. Há também oficinas que trabalham com bambu, bordados, linhas, fibras, crochês e texturas.

A cidade também procura evidenciar alguns eventos já tradicionais como o carnaval antecipado, que já conquistou turistas de várias localidades com seus blocos de rua e escolas de samba. As festividades juninas no outono/inverno com quadrilhas, barraquinhas de comidas típicas que só encontramos em Conceição da Barra de Minas. E não podemos deixar de falar das manifestações folclóricas através dos grupos de Congado e Folia de Reis. Outros eventos se destacam na cidade como a Festa da Padroeira , com quermesses e apresentações da banda de música do município e a Festa do Carro de Boi busca a valorização do produtor rural e as origens da ruralidade da região.

Atrações: Igreja Matriz, Cachoeira do Flavito, Imagem de Nossa Senhora das Dores

Crucilândia

Crucilândia é um município mineiro cuja identidade é marcada por uma história singular e por vibrantes tradições rurais. Sua característica mais curiosa é a sucessão de sete nomes diferentes ao longo do tempo, que evoluíram do apelido “Gambá” até o atual e definitivo “Crucilândia” (Terra da Cruz), oficializado em 1943.

Fundada por bandeirantes em busca de ouro no século XVII, a cidade nasceu às margens de um ribeirão de “águas claras”, o que inspirou um de seus antigos nomes. A forte conexão com suas raízes é celebrada anualmente na Festa do Peão Boiadeiro, cujo ponto alto é um monumental desfile que reúne mais de 200 carros de bois, atraindo visitantes de toda a região.

Completam o cenário cultural do município suas diversas cachoeiras, as festas religiosas e os tradicionais grupos de Folia de Reis, que mantêm vivo o folclore local.

Dores de Guanhães

O município de Dores de Guanhães localiza-se na Mesorregião Administrativa do Vale do Rio Doce e Microrregião de Guanhães. É rico em belezas naturais, como o majestoso Rio Guanhães, a Pedra do Caraça, as cachoeiras do Sabiá, Sereno, da Guarda e dos Vitus

Destaca-se também no município movimentos artísticos e culturais, como a marujada, as rodas de viola e as cavalgadas. Há as festas tradicionais, como a de Nossa Senhora das Dores, festas juninas e do Peão de Boiadeiro. O município faz parte do Circuito Turístico Trilhas do Rio Doce.

Atrações: Pedra do Caraça, cachoeiras e fazenda cavaco

Guaranésia

Guaranésia é uma cidade no Sul de Minas Gerais com uma origem curiosa, diretamente ligada ao apelido de seu fundador. No início do século XIX, a região era banhada pelo “Rio das Capivaras”, mas a chegada do pioneiro José Maria Ulhoa, conhecido como “Canoas”, mudou tudo: seu apelido rebatizou tanto o rio quanto o primeiro povoado, Santa Bárbara das Canoas.

Em 1901, o local foi elevado à categoria de cidade, recebendo seu nome definitivo, Guaranésia, de origem tupi-guarani, que significa “pássaro da ilha”.

A história da cidade e sua forte vocação agrícola são celebradas em seu brasão e bandeira, que destacam a canoa do fundador ao lado de símbolos da riqueza do campo, como o café e o arroz. Localizada em uma região de relevo acidentado e vegetação de Cerrado, Guaranésia se firma como um importante município na divisa de Minas Gerais com São Paulo.

Guaxupé

Guaxupé é uma potência econômica do Sul de Minas, reconhecida mundialmente por sua forte indústria cafeeira e por seu diversificado polo comercial e industrial. Fundada como município em 1912, a cidade construiu sua identidade e riqueza com base na produção de café.

O principal símbolo dessa força é a Cooxupé, uma das maiores cooperativas de cafeicultores do mundo, que centraliza a produção e exportação do grão. A partir do sucesso do café, Guaxupé expandiu sua economia de forma impressionante.

Atualmente, possui um robusto setor industrial, com destaque para as áreas têxtil, de calçados e eletroeletrônicos, e um comércio dinâmico que a posiciona como um centro de influência para todas as cidades vizinhas.

No turismo são vários os segmentos que se destacam: turismo religioso fazendo parte do Caminho da Fé, sua imponente Catedral e a beatificação de Dom Inácio; turismo rural com sua importante produção associada ao turismo e o café; turismo de negócios com importantes indústrias e exportadoras; turismo de eventos com o Natal de Luz, Expoagro, FEMAGRI, Exposição de Orquídeas, Feira do Livro; Guaxupé Café Festival, todos já com abrangência e reconhecimento nacional e finalizando com o turismo cultural onde seu patrimônio histórico e bens tombados são o destaque, mantendo sua história viva através de lindos prédios e complexos paisagísticos. Guaxupé a cidade do turismo!

Lazer: Estádio Carlos Costa Monteiro, Cine Teatro 14 bis, Guaxupé Country club, Parque municipal da Mogiana 

Itatiaiuçu

Itatiaiuçu é um município da Região Metropolitana de Belo Horizonte cuja identidade é definida por sua geografia serrana e sua forte vocação para a mineração. Seu nome, de origem tupi, significa “grande pedra pontuda”, uma referência direta à Serra do Itatiaiuçu, que domina a paisagem.

A história da cidade remonta ao século XVII, quando foi desbravada por bandeirantes paulistas em busca de ouro, em terras que já eram habitadas por povos indígenas. Essa herança de exploração de recursos naturais continua até hoje.

Atualmente, a mineração de ferro é a principal atividade econômica do município, complementada por uma relevante produção de hortifrutigranjeiros e pela pecuária. Sua localização estratégica às margens da Rodovia Fernão Dias (BR-381) reforça sua importância na ligação entre Minas Gerais e São Paulo.

Januária

Januária é uma cidade-polo do Norte de Minas, com forte identidade cultural e histórica, moldada pela sua profunda conexão com o Rio São Francisco. Seu nome é um mistério com três possíveis origens: uma homenagem à Princesa Januária, uma referência a um fazendeiro local ou, a versão mais popular, uma celebração a uma ex-escrava que fundou um ponto de encontro para tropeiros e barqueiros.

Antigo porto fluvial de grande importância na época da navegação a vapor, Januária hoje é um polo universitário que atrai visitantes com seu casario colonial, praias de rio e grutas com pinturas rupestres. Seu maior tesouro histórico é o distrito de Brejo do Amparo, o núcleo original da cidade.

É lá que se encontra a Igreja do Rosário, de 1688, uma das mais antigas de Minas, construída em um quilombo. A área também é o centro da produção da famosa cachaça de Januária, com roteiros que apresentam o processo de fabricação artesanal da bebida.

Atrações: Grutas, lagoas, Parque Nacional Cavernas do Puruaçu, Mercado Municipal, Casa da Memória, Feirinha de Tiradentes

Joaquim Felício

Joaquim Felício é uma típica cidade pequena do estado que comunga um estilo de vida pacato com o costume das festas religiosas, carnavalescas e práticas no meio natural. Localizada no norte do estado, a 137 km de Montes Claros, possui uma população receptiva, acolhedora e defensora das tradições.

Pela singular importância da biodiversidade e abundante rede hidrográfica existente no seu território, está compreendida por duas unidades de conservação: o Parque Estadual Serra do Cabral e a Área de Proteção Ambiental Municipal Serra do Cabral. Ambos estão inseridos na serra homônima, que contribuem para que a natureza e suas belezas estejam conservadas. Além disso, está inserida na Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço e no Mosaico de Áreas Protegidas do Espinhaço: Alto Jequitinhonha/Serra do Cabral, que possuem o objetivo de aliar a conservação ambiental ao desenvolvimento humano sustentável.

Possui lindas cachoeiras propícias para banho e lazer por causa de sua farta rede de drenagem advindas de afluentes do Rio das Velhas e Jequitaí que deságuam no Rio São Francisco, além de importantes achados arqueológicos, como pinturas rupestres que traduzem na paisagem a caligrafia dos povos que habitaram a Serra. A história de seu povo também está relacionada à extração de cristais de quartzo, além da coleta de espécies de flores sempre-vivas propiciadas por ambientes compreendidos pelos campos rupestres.

Atrações: Feirinha do produtor, Mirante do Cristo, Estação Ferroviária, Pedra Alta, Parque Estadual Serra do Cabral, Cachoeira do Boqueirão e Gruta da Santa

Juruaia

Juruaia, um município no Sul de Minas, é reconhecido nacionalmente como um dos principais polos de lingerie do Brasil. A cidade se destaca por concentrar aproximadamente 15% da produção nacional de moda íntima, o que a tornou a “Capital da Lingerie”.

Com origem em um povoado do século XIX chamado São Sebastião da Barra Mansa, Juruaia foi um distrito de Muzambinho até sua emancipação em 1948. Seu nome atual tem origem tupi, com um dos possíveis significados sendo “barra mansa”, uma referência à tranquilidade de sua fundação.

Essa calma, no entanto, deu lugar a um intenso dinamismo econômico. Juruaia transformou sua vocação e hoje é um case de sucesso, ilustrando como um pequeno município pode se tornar um centro de referência em um setor industrial específico e competitivo.

Atrações: Biblioteca Doutor Moysés Faria, Cachoeira da Eufrasia, Cachoeira da Itupava

Martinho Campos

Martinho Campos é um município no centro de Minas Gerais, com uma economia sólida e bem distribuída entre a agropecuária, a indústria e os serviços. Desde que se tornou município em 1938, desenvolveu-se como um importante centro para sua microrregião.

Os destaques de sua economia são a produção de carvão vegetal a partir de florestas de eucalipto e uma forte pecuária, especialmente de gado leiteiro. A agricultura local é igualmente diversificada, com culturas que vão de grãos, como soja e milho, a cana-de-açúcar.

Estrategicamente localizado, o município funciona como um polo de apoio para as cidades vizinhas, oferecendo uma boa estrutura de saúde, educação e serviços bancários, o que reflete seus bons indicadores de desenvolvimento humano.

Atrações: Artesanato dos ossos, Igreja da Matriz, Feira da Estação, Casinha Rosa, Gruta da Oca e Açude de Ibitira

Mateus Leme

Mateus Leme é um município da Região Metropolitana de Belo Horizonte com grande importância estratégica para Minas Gerais. Sua principal distinção é abrigar, no topo da Serra do Elefante, o primeiro radar meteorológico do estado, essencial para a previsão do tempo.

Nomeada em homenagem ao bandeirante Mateus Leme, a cidade está situada na Serra do Espinhaço, na extremidade do Quadrilátero Ferrífero, possuindo importantes jazidas de minério de ferro. Além disso, o município é fundamental para os recursos hídricos da capital, pois parte do reservatório do Sistema Serra Azul fica em seu território.

Protegendo uma vasta biodiversidade no Monumento Natural da Serra do Elefante, a cidade também possui um grande potencial turístico, que poderá ser impulsionado pela reativação da histórica linha férrea que a corta.

Atrações: Casa da cultura Cássia Afonso de Almeida, Igreja Matriz de Santo Antônio, Carvalhada de Santo Antônio e Serra do Elefante

Internato Metropolitano

O Internato Metropolitano é uma alternativa excepcional ao Internato em Saúde Coletiva (Internato Rural) da Faculdade de Medicina da UFMG. Ele ocorre em unidades de saúde localizadas na Região Metropolitana de Belo Horizonte e foi criado com o objetivo de atender estudantes que, por motivos específicos e devidamente justificados, não podem realizar o Internato Rural.

Os campos de estágio disponíveis são: Carlos Chagas, MG-20, Maria Goretti, Noraldino de Lima

Moeda

A história de Moeda começa com a criação de uma fábrica clandestina de cunho de moedas no século XVIII. Após terem sido descobertos, os sócios foram punidos, a fábrica fechada e o local onde a mesma estava instalada passou a ser conhecido como Fazenda de Moeda. Surgiu ali então um povoado com o nome de São Caetano da Moeda, que mais tarde passou a ser chamada só Moeda. A Serra da Moeda com sua paisagem montanhosa e sinuosa é o principal atrativo do destino. Do alto da serra o turista pode apreciar a vista panorâmica do Vale do Paraopeba . Dentre seus outros atrativos naturais estão as Cachoeiras do Paiolinho, do Pessegueiro e do Limoeiro e o Calçadão da Serra da Moeda com mais de 300 anos. O destino oferece a Igreja São Caetano de Moeda Velha , a Fazenda do Martins, a Estação Ferroviária e as Ruínas da Casa da Moeda do século XVIII como atrativos culturais. Dicas de Viagem: A Serra da Moeda oferece ao visitante opções de aprazíveis passeios a pé, a cavalo, de bicicleta ou de carro.

Atrações: Ruínas de Moeda Velha, Biblioteca Municipal, Calçadão Moeda Velha e Cachoeira do Paiolinho

Morada Nova de Minas

A história de Morada Nova de Minas é uma das mais marcantes de Minas Gerais, definida por uma inundação que paralisou seu progresso e uma impressionante reinvenção. Em 1960, a construção da Represa de Três Marias submergiu as terras mais férteis do município, isolou a cidade e provocou um êxodo que reduziu drasticamente sua população.

Após décadas de estagnação, a cidade protagonizou uma virada notável. O lago que antes representava a perda tornou-se o motor de sua nova economia. Hoje, Morada Nova de Minas é um dos maiores centros de piscicultura de Minas Gerais, com destaque para a criação de tilápias em tanques-rede, e um crescente polo de turismo náutico e ecológico.

Fundada a partir de uma capela em 1810, a cidade que já se chamou até “Moravânia” encontrou nas águas da represa um novo propósito, transformando uma história de trauma em um exemplo de resiliência e inovação.

Atrações: Represa de Três Marias e Cachoeira do João da Ambrosina

Passabém

Passabém é um pequeno e típico município do interior de Minas Gerais, conhecido por seu ambiente tranquilo, suas fortes tradições e por fazer parte do circuito turístico da Estrada Real.

Seu nome curioso tem duas explicações populares: uma ligada à boa acolhida de seus moradores, onde os visitantes “passavam bem”, e outra relacionada a um córrego local, cuja travessia na época de chuvas era sempre uma incerteza.

Antigo distrito de Santa Maria de Itabira, Passabém emancipou-se em 1963 e mantém viva sua cultura através de festas religiosas. Os destaques são a festa de seu padroeiro, São José, e as animadas “Festas de Agosto”, que contam com shows e a apresentação da marujada, uma tradicional dança folclórica.

Piedade dos Gerais

Piedade dos Gerais é um pequeno e tranquilo município mineiro, com uma forte vocação para a agropecuária e o turismo de natureza. Sua principal atividade econômica é a pecuária leiteira, complementada pelo cultivo de produtos tradicionais como milho, mandioca e batata-doce.

Com uma história documentada desde pelo menos 1754, a cidade foi um distrito de Bonfim por mais de um século, tornando-se um município independente em 1962.

Conhecida por suas cachoeiras e belas paisagens, Piedade dos Gerais se posiciona como um destino ideal para o descanso e o ecoturismo. O potencial da cidade foi impulsionado recentemente com a pavimentação de seu principal acesso a Belo Horizonte, facilitando a chegada de novos visitantes em busca de tranquilidade.

Atrações: Casa da cultura Isabel Resende, cachoeira do encontro e cachoeira dos pássaros

Santana do Riacho

Santana do Riacho é o município que serve como principal porta de entrada para um dos mais importantes destinos de ecoturismo de Minas Gerais: o Parque Nacional da Serra do Cipó.

Localizada a cerca de 100 km de Belo Horizonte, a cidade é famosa por sua natureza exuberante e biodiversidade única. A região oferece aos visitantes uma imensa variedade de atrações, como cachoeiras, cânions, piscinas naturais de águas cristalinas e uma flora riquíssima, com destaque para as raras espécies de sempre-vivas e orquídeas dos campos rupestres.

Com origens no século XVIII, a história do município, que já foi rota de bandeirantes, hoje é movida pelo turismo. A maior parte da infraestrutura de apoio, como pousadas e restaurantes, concentra-se no dinâmico distrito da Serra do Cipó, que serve de base para explorar tanto o parque nacional quanto outros atrativos, como o vilarejo de Lapinha da Serra.

São Gonçalo do Rio Abaixo​

São Gonçalo do Rio Abaixo é um município mineiro cuja história recente foi profundamente marcada pelo “boom” e pela subsequente crise da mineração de ferro. Seu nome curioso surgiu para diferenciá-lo de uma localidade vizinha, “São Gonçalo do Rio Acima”, combinando a devoção ao padroeiro de origem portuguesa com sua localização geográfica.

Fundada no século XVIII com base na agricultura, a cidade passou por uma transformação radical a partir de 2006 com a chegada da mineração da Vale. A atividade trouxe um período de rápido crescimento, mas também expôs a vulnerabilidade da dependência de um único setor com a crise iniciada em 2014.

Além da mineração, um marco histórico e turístico importante é a Usina Hidrelétrica de Peti. Construída na década de 1940 e pertencente à CEMIG, a usina e sua Estação Ambiental são uma das principais atrações da cidade.

Serro

Piedade dos Gerais é um pequeno e tranquilo município mineiro, com uma forte vocação para a agropecuária e o turismo de natureza. Sua principal atividade econômica é a pecuária leiteira, complementada pelo cultivo de produtos tradicionais como milho, mandioca e batata-doce.

Com uma história documentada desde pelo menos 1754, a cidade foi um distrito de Bonfim por mais de um século, tornando-se um município independente em 1962.

Conhecida por suas cachoeiras e belas paisagens, Piedade dos Gerais se posiciona como um destino ideal para o descanso e o ecoturismo. O potencial da cidade foi impulsionado recentemente com a pavimentação de seu principal acesso a Belo Horizonte, facilitando a chegada de novos visitantes em busca de tranquilidade.

Atrações: Casa da cultura Isabel Resende, cachoeira do encontro e cachoeira dos pássaros

Tapiratiba

Tapiratiba é um município paulista que nasceu da visão de pioneiros de Minas Gerais e da força da cafeicultura, em uma terra cujo nome em tupi significa “morada das antas”.

Por volta de 1870, desbravadores chegaram à região e estabeleceram grandes fazendas de café. O núcleo da cidade surgiu em 1897, quando parte da Fazenda Soledade foi doada para a construção da primeira capela do povoado.

Chamado inicialmente de Soledade, o local foi rebatizado como Tapiratiba para evitar nomes idênticos em outras partes do país. Em 1929, o distrito foi oficialmente emancipado, consolidando sua trajetória de um assentamento rural a um município independente.

Três Marias

Três Marias é carinhosamente conhecida como “Doce Mar de Minas”. O município é margeado pelo Rio São Francisco e cortado por águas cristalinas de um enorme lago que possui o nome da cidade. O município se caracteriza pela tranquilidade e pelo fato de ser muito agradável, além de ser conhecida pelo turismo rural, atividades de ecoturismo e uma culinária característica, proveniente do próprio rio.

O desenvolvimento da cidade se dá a partir da construção do lago formado pelo represamento das águas do Rio São Francisco. O Lago de Três Marias é chamado pelos moradores da região de “Doce Mar de Minas” e tem uma área oito vezes maior que da baía da Guanabara, no Rio de Janeiro. A pesca amadora e os esportes náuticos incrementam o turismo na cidade.

Atrações: Bordadeiras de Andrequicé, Capela de Manuelzão, Museu de Manuelzão, Morro do Cruzeiro, Pedra do Mirante, Represa de Três Marias e Rio São Francisco

Várzea da Palma

Várzea da Palma é um importante polo industrial e econômico do Norte de Minas, conhecido por sua história singular e por seu vibrante festival, o Forró da Palma. A cidade atual foi formada no início do século XX, quando a construção da estação da Estrada de Ferro Central do Brasil provocou a migração dos moradores do antigo vilarejo de “Porto da Palma” para o novo local.

Um dos seus maiores tesouros turísticos e históricos é a Igreja de Pedra na Barra do Guaicuí. Esta imponente ruína do século XVIII, que nunca foi finalizada, é famosa por ter uma grande árvore crescendo em seu interior, criando uma imagem icônica.

Atualmente, Várzea da Palma se destaca como o terceiro maior polo industrial da região e atrai milhares de visitantes todos os anos para o Forró da Palma, uma das festas juninas (realizada em julho) mais famosas e tradicionais de Minas Gerais.