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UFMG Talks debate as perspectivas da variante Delta e os impactos da pandemia na vida dos adolescentes

Pesquisadores Renan Pedra e Deborah Malta são os convidados da próxima edição esta quinta-feira a partir das 19h. Transmissão ao vivo no canal da TV UFMG no YouTube


24 de agosto de 2021 - , , , , , , , ,


Apesar do avanço na vacinação em todo o mundo, o aumento de casos por contaminação pela variante Delta em países como Israel, Reino Unido, Estados Unidos, China e Indonésia desafia os cientistas. Além disso, a possibilidade de retorno de medidas sanitárias mais restritivas no momento de retorno semipresencial das escolas chama a atenção para um outro grave problema ocasionado pela pandemia: o impacto na saúde física e mental das crianças e adolescentes. Então, para conversar sobre as perspectivas da variante Delta, bem como e os impactos da pandemia aos adolescentes, o UFMG Talks em casa recebe os pesquisadores Renan Pedra e Deborah Malta, na próxima quinta-feira, 26 de agosto.

Quase metade dos adolescentes brasileiros relatam preocupação, nervosismo, mau humor e um alto nível de sedentarismo. Passando a maior parte do tempo na frente do computador ou do celular, eles têm dificuldades para se relacionar, concentrar nas aulas on-line e problemas para dormir.

UFMG Talks em casa
A variante Delta e os impactos da Covid-19 nos adolescentes
Data:  26 de agosto às 19h (quinta-feira)
Convidados: Renan Pedra e Deborah Malta
Transmissão online pelo canal da TV UFMG no YouTube (youtube.com/tvufmg) e pela página da UFMG no Facebook (fb.com/ufmgbr)

Convidados desta edição

Professor do Departamento de Genética, Ecologia e Evolução da UFMG, Renan Pedra atua na área de Medicina de Precisão com ênfase em Farmacogenética, Farmacogenômica e Epidemiologia Molecular. É graduado em Ciências Biológicas, Estatística e Sistemas de Informação. Possui doutorado em Farmacologia Bioquímica e Molecular e realizou dois estágios pós-doutorais na área de Medicina Personalizada no Canadá e nos Estados Unidos. É coordenador do Laboratório de Biologia Integrativa do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG onde trabalha na identificação de variantes do novo coronavírus.

Professora do Departamento de Enfermagem Materno Infantil e Saúde Pública da UFMG, Deborah Malta possui experiência em Saúde Coletiva, atuando nas áreas de epidemiologia, vigilância de doenças crônicas não transmissíveis, vigilância de acidentes e violências, promoção da saúde, avaliação de serviços e saúde suplementar. É graduada em Medicina pela Universidade Federal de Juiz de Fora e possui residência em Pediatria e Medicina Social. Concluiu mestrado em Saúde Pública pela Universidade Federal de Minas Gerais, doutorado em Saúde Coletiva pela Unicamp e possui pós-doutorado pelo Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de Lisboa. Compõe o comitê científico do Global Burden of Disease (GBD) em Seattle, nos Estados Unidos, e coordena o Grupo de Pesquisa do GBD Brasil e o Observatório de Doenças e Agravos Não Transmissíveis. 

O UFMG Talks em casa é transmitido ao vivo no canal da TV UFMG no YouTube (youtube.com/tvufmg) e na página da UFMG no Facebook (fb.com/ufmgbr). Após a apresentação, os convidados responderão a perguntas enviadas pelos internautas.

Sobre o UFMG Talks

Da arte à física quântica.  Das vacinas aos impactos econômicos da pandemia do novo coronavírus. Das manifestações culturais à neurociência. Dos estudos sobre criminalidade à inteligência artificial. Esses temas e outros ganham visibilidade no UFMG Talks, espaço aberto e democrático para discutir a ciência e as pesquisas realizadas na UFMG que contribuem para o desenvolvimento da sociedade, não apenas sob o ponto de vista econômico, mas, principalmente, da saúde, do bem-estar e da qualidade de vida.

Uma vez por mês, pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais apresentam suas pesquisas em um diálogo acessível que aproxime o público das principais discussões científicas.

O UFMG Talks é uma iniciativa da Pró-Reitoria de Pesquisa (PRPq) em parceria com o Centro de Comunicação (Cedecom) da UFMG e conta com o apoio da Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep).